Há um parque infantil por onde passo todos os dias que se tornou uma incógnita para mim... É um parque infantil normal, igual a tantos outros, que deveria estar cheio de crianças e avós... mas não!
Está todo o ano fechado, sempre com um aviso de que se encontra encerrado por não cumprir as normas de segurança. Até aqui ainda compreendo, que se encerre o parque por constituir um perigo para as tais criancinhas e avós, agora que esteja encerrado há anos e que todos os anos, por esta altura, façam lá obras e a seguir o encerrem novamente é que eu já não compreendo!
Cá "pra" mim aquilo é lavagem de dinheiro...
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terça-feira, 28 de agosto de 2012
sábado, 4 de fevereiro de 2012
Wanna talk about nonsense?
Nonsense, meus Fofos, é uma gaja seguir 300 mil blogs de culinária, achar uma ideia espetacular mas não perceber um cu de como se faz, de tão mau que é o português. Isso é muito... fora!
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
Esqueletos cabeçudos - parte II
O prometido é devido! Por isso, aqui vai a fotografia que vos queria mostrar e não encontrava. (Roubei-a do blog "O Blogue Rosa Cueca", http://www.rititi.com/, que também dá a sua opinião muito bem dada sobre este assunto!
p.s. - Nobre Sandra (http://nobresonho.blogspot.com) já podes ver do que falamos! Yaarrrrgggghhhhhhhhhhhhhhhhhh!!!
p.s. - Nobre Sandra (http://nobresonho.blogspot.com) já podes ver do que falamos! Yaarrrrgggghhhhhhhhhhhhhhhhhh!!!
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
Esqueletos cabeçudos...
Então os senhores publicitários duma campanha de lingerie duma marca conhecida (a Triumph, estão a ver?), esqueceram-se de usar o photoshop também na cabeça das miúdas?!
É que não sei se já repararam nos outdoors que por aí pululam, mas "emagreceram" tanto as pobres raparigas e deixaram-lhes a cabeça sem "tratamento" que as moças estão completamente desproporcionadas!
Em vez de gajas giras em cuequinha e soutien, parecem esqueletos cabeçudos! Por favor... Que manias tão parvas! Meus amores, as pessoas quando emagrecem assim tanto como nos querem fazer crer que aconteceu a essas raparigas, emagrecem em todo o lado, não ficam com aqueles cabeções!
Promovam mulheres saudáveis, com corpos bonitos! Não estes esqueletos mal feitos, desproporcionados, com cabeças gigantes e ridículas!
Duas coisas vos digo:
1ª se as miúdas não levaram "um banho" de photoshop, por favor, alguém que as leve para o hospital porque não duram muito mais tempo!
2º se para usar roupinha da marca for preciso um corpinho doente daqueles, prefiro comprar os soutiens na "retrosaria fina" da Dª Alda aqui da rua!
P.S. - Ainda não encontrei uma fotografia do outdoor com os esqueletos andantes mas quando arranjar prometo que vos venho aqui mostrar!
É que não sei se já repararam nos outdoors que por aí pululam, mas "emagreceram" tanto as pobres raparigas e deixaram-lhes a cabeça sem "tratamento" que as moças estão completamente desproporcionadas!
Em vez de gajas giras em cuequinha e soutien, parecem esqueletos cabeçudos! Por favor... Que manias tão parvas! Meus amores, as pessoas quando emagrecem assim tanto como nos querem fazer crer que aconteceu a essas raparigas, emagrecem em todo o lado, não ficam com aqueles cabeções!
Promovam mulheres saudáveis, com corpos bonitos! Não estes esqueletos mal feitos, desproporcionados, com cabeças gigantes e ridículas!
Duas coisas vos digo:
1ª se as miúdas não levaram "um banho" de photoshop, por favor, alguém que as leve para o hospital porque não duram muito mais tempo!
2º se para usar roupinha da marca for preciso um corpinho doente daqueles, prefiro comprar os soutiens na "retrosaria fina" da Dª Alda aqui da rua!
P.S. - Ainda não encontrei uma fotografia do outdoor com os esqueletos andantes mas quando arranjar prometo que vos venho aqui mostrar!
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
Então mas… é só isso? É só…
Meus Fofos, a Bluedressed (sim, Bluedressed, eu… uma das duas… are you with me?) está um bocadinho assim a modos que… nem sei explicar bem como. Vou mas é dizer o que aconteceu para me pôr assim.
Estávamos a falar de certas e determinadas coisas, em contexto de grupo e tal, e às tantas perguntam quem dos presentes tem um blog. Só eu e outra moça é que tínhamos. E eu lá estive a explicar, meio encavacadamente e contra o que se queria ouvir, que o blog, o nosso mais que tudo, não era propriamente daqueles grandes hits de partilha, perdão, arrotos científicos. Mas, olhem, a vida é mesmo assim e eu já não estou para andar a falar com notas de 500… até porque na prática não dava mesmo, não é verdade? E quem anda à chuva molha-se, eu tenho uma lista interminável de blogs pouco pseudointelectuais que sigo mas é mesmo essa a intenção. E espero que a LittleGirlBlue e eu estejamos a conseguir, ao longo deste tempinho. Eu cá tento cumprir o meu papel, mais ou menos idêntico ao Zangado da Branca de Neve e os 7 Anões: refilona, inconformada, moralista e sempre a distorcer a realidade. Ah e, claro, com a mania que é engraçadinha. E que sabe escrever bem.
Por isso, meus Fofos, anuncio aqui que vou criar um outro blog. Bai bersar, sobre e simultaneamente, mecânica quântica, o fenómeno nacionalista na História da Música e o “laissez faire, laissez passer”. Tudo isto, ãh, tudo isto. Preparem-se porque vão ver estilhaços, muitos estilhaços! Uuuuhhhh!
segunda-feira, 20 de junho de 2011
I bersk you!
E depois do meu último texto em modo de desabafo, venho aqui falar-vos também de canais temáticos de música.
Às páginas tanta, e fruto, possivelmente, da evolução dos meus gostos musicais de gaja, a coisa começou a pender mais para o alternativo ou, se preferirem, indie, vá, e com uma grande predominância pela música industrial. Por isso, e por causa também dos 30 estarem a bater à porta, deixei de achar interessante estar colada à televisão, a devorar pop trash.
Ora, mas no entanto porém, há alturas em que não se consegue fugir a um bom visionamento dos canais musicais (e, ainda por cima, com a era digital vim a descobrir que há o National Geographic Music [por momentos, quando o descobri, pensei que seriam gravações de leões a rugir, golfinhos a… falar lá no dialecto deles, bá, já que não sei como se chama o linguajar deles, mas não], canal de música africana [por favor…] e outra dibersidade). E não me ataquem, meus Fofos,alegando que eu vi porque quis, porque gosto é de vir dizer mal para aqui… não, não, não! Queriam que eu fizesse o quê? Que saltasse da passadeira, parasse o treino a meio e me fosse embora? Oh! E então o que é que eu constatei? Eu estava ali a transpirar, ai, ai, aquelas coisas e, por momentos, no abstrair da minha dor e sofrimento, ãh, senti a minha mente ausentar-se daquele local e senti-me entrar, fresquinha e sequinha como uma alface, maquilhadinha e cheirosinha… na Berska, meus Fofos… na Stradivarius… na Pull & Bear… A sério… foi horrível! Foi o despedaçar do que restava do meu sonhosinho de adolescente! Foi com tristeza que percebi que os video clips de hoje não são mais que um desfilar, um corropio de roupa destas lojas… Ainda por cima com a tv sem som, parecia que estava na Fashion TV em mau e não no National Geographic Music!
Pronto, isto é uma visão muito sectorizada e preconceituosa, talvez, mas prontes, é o que há por aqui… O pessoal, quer queira quer não, já tem 30 anos e ainda tem um palmo de testa para pedir um pouquinho de originalidade e… produto musical sólido, não?
(Sim, é verdade! Andam para aí uns bandalhos que não me deixam publicar mensagens. Valha-me a boa vontade da LittleGirlBlue!)
quarta-feira, 1 de junho de 2011
As merdas já não são a mesma coisa, quando acontecem… bidas…
Quando eu era teenager consciente, tinha uma vontade muito grande, um desejo ardente, mesmo. Esse dessejo era poder ver canais temáticos de música. Na altura, devorava música pop em todas as suas vertentes: fixava letras, vasculhava o seu significado, papava video clips, ouvia horas seguidas de rádio. Esse desejo ardente fez-se acompanhar da minha descoberta da língua inglesa e também da minha vontade de aperfeiçoar a pronúncia. Por isso, para além de gostar de ver canais temáticos musicais, gostava também de poder ter visto BBC e outros canais que tais. Infelizmente, no sítio onde vivia, a televisão por cabo era um mito, uma coisa que diziam que existia lá para as cidades grandes. Por isso, todas as coisas que eu gostaria de ver exerciam sobre mim um fascínio enorme, uma curiosidade arrebatadora.
Finalmente, pude ter a dita televisão na minha casa mas, hélas, it was too late… o fascínio e o mistério, a que só a adolescência sabe conferir um carácter ainda mais especial, tinham desaparecido.
Agora, volvidos uns seis anos após a aquisição da dita e já na era digital, mal passo pelos canais de música e pouco me interessa a actualidade britânica.
Moral da história: o ditado diz que mais vale tarde que nunca mas, meus Fofos, há merdas que, quando finalmente acontecem, já não são a mesma coisa e não servem quase para nada… Bidas…

P.S. - Embora pareça que o texto é aqui da miúda, desenganem-se, é da Bluedressed que anda a modos que chateada com a senhora net e não consegue pôr textos por aqui...
Finalmente, pude ter a dita televisão na minha casa mas, hélas, it was too late… o fascínio e o mistério, a que só a adolescência sabe conferir um carácter ainda mais especial, tinham desaparecido.
Agora, volvidos uns seis anos após a aquisição da dita e já na era digital, mal passo pelos canais de música e pouco me interessa a actualidade britânica.
Moral da história: o ditado diz que mais vale tarde que nunca mas, meus Fofos, há merdas que, quando finalmente acontecem, já não são a mesma coisa e não servem quase para nada… Bidas…

P.S. - Embora pareça que o texto é aqui da miúda, desenganem-se, é da Bluedressed que anda a modos que chateada com a senhora net e não consegue pôr textos por aqui...
terça-feira, 24 de maio de 2011
Um alfacinha em Timor!
Tenho estado a assistir a um colóquio bem interessante sobre Timor.
(In)felizmente, tenho o condão de bloquear as comunicações que pouco me interessam e a estar atenta a pormenores nos quais depois me ponho a pensar e venho aqui partilhar convosco.
Ora, o colóquio é sobre Timor... até aqui tudo bem! Mas porque é que nestas coisas há sempre pessoas que tentam vir aperaltadas e vestidas a rigor para a ocasião mas que nunca resultam como pensavam que iriam resultar? É que ver uma alfacinha de gema com panos timorenses a servir de cachecóis ou de blusas que por acaso até são do Senegal mas pronto, vá, como são étnicas, devem ter pensado que ficava bem, não resulta meus amigos! Neste caso, minhas amigas! Os timorenses presentes vestidos como toda a gente e algumas pessoas a pensar que se encaixam melhor ou que vão chamar a atenção sobre elas, de roupa tipicamente timorense! É que não joga! Uma coisa não joga com outra! Fica esquisito, pronto! Ou então é só impressão minha...
Felizmente nunca me deu para assistir a uma conferência sobre a NASA vestida de astronauta! Ou sobre alimentos transgénicos vestidinha de espiga de milho! Ou mesmo assistir a um espectáculo do Ricardo Ribeiro vestida de Amália Rodrigues!
(In)felizmente, tenho o condão de bloquear as comunicações que pouco me interessam e a estar atenta a pormenores nos quais depois me ponho a pensar e venho aqui partilhar convosco.
Ora, o colóquio é sobre Timor... até aqui tudo bem! Mas porque é que nestas coisas há sempre pessoas que tentam vir aperaltadas e vestidas a rigor para a ocasião mas que nunca resultam como pensavam que iriam resultar? É que ver uma alfacinha de gema com panos timorenses a servir de cachecóis ou de blusas que por acaso até são do Senegal mas pronto, vá, como são étnicas, devem ter pensado que ficava bem, não resulta meus amigos! Neste caso, minhas amigas! Os timorenses presentes vestidos como toda a gente e algumas pessoas a pensar que se encaixam melhor ou que vão chamar a atenção sobre elas, de roupa tipicamente timorense! É que não joga! Uma coisa não joga com outra! Fica esquisito, pronto! Ou então é só impressão minha...
Felizmente nunca me deu para assistir a uma conferência sobre a NASA vestida de astronauta! Ou sobre alimentos transgénicos vestidinha de espiga de milho! Ou mesmo assistir a um espectáculo do Ricardo Ribeiro vestida de Amália Rodrigues!
quinta-feira, 31 de março de 2011
Há homens muito medricas!
Eu, LittleGirlBlue, digo isto porque acontecem coisas que não cabem na cabeça de ninguém! Ou pelo menos, na minha! Ora topem lá bem esta cena:
Estou eu no ginásio, descansadinha da vida, na bicicleta... ali a pedalar, na maior, sem pressas, naquela de fazer só um bocadinho de exercício físico! Ao meu lado, um quarentão que mete conversa com toda a gente mesmo naquelas alturas em que o pessoal quer é estar a curtir uma musiquinha enquanto corre, ou a pensar nas coisas boas da vida enquanto pedala e transpira um bocadinho...
Até aqui o quadro parece bonito, até ao momento em que esse mesmo quarentão resolve meter conversa comigo! Estava tudo bem até ao momento em que ele repara que eu estou na bicicleta dois níveis acima dele!!! O horror, a tragédia abatem-se sobre ele!!! Deve ter pensado: "mas como é que esta chavalinha anda para aqui a pedalar na maior dois níveis acima de mim e eu aqui a esforçar-me pra caraças e estou abaixo dela?!"
Vai daí que resolve passar para o memso nível que eu! E aquilo é que foi pedalar!!! Pedalar mesmo à maluca!!! Eu confesso que estava um bocadinho receosa que ele caísse para o lado... E ele ali, macho, forte, alto e espadaúdo a pedalar que nem um doido! Pois... mas só pedalou assim durante pouco mais de dois minutos... É que começa a mudar de cor, a transpirar, a transpirar, a transpirar e... parou!!! Pois claro!!!
Eu pensei: "Ò meu amigo, mas porque é que julgas que eu estou aqui a pedalar devagarinho qual passeio junto ao rio, nas calmas?"
Meus amigos do sexo masculino, não vale a pena concorrerem comigo! Primeiro porque eu não estou nem aí, nunca gostei de concursos! Depois porque estou no ginásio para me sentir bem e não para me fazer de forte e em último... meu caro amigo, mesmo que fosse essa a intenção, há outras formas de me fazer olhar para ti!
Ai, ai...
Estou eu no ginásio, descansadinha da vida, na bicicleta... ali a pedalar, na maior, sem pressas, naquela de fazer só um bocadinho de exercício físico! Ao meu lado, um quarentão que mete conversa com toda a gente mesmo naquelas alturas em que o pessoal quer é estar a curtir uma musiquinha enquanto corre, ou a pensar nas coisas boas da vida enquanto pedala e transpira um bocadinho...
Até aqui o quadro parece bonito, até ao momento em que esse mesmo quarentão resolve meter conversa comigo! Estava tudo bem até ao momento em que ele repara que eu estou na bicicleta dois níveis acima dele!!! O horror, a tragédia abatem-se sobre ele!!! Deve ter pensado: "mas como é que esta chavalinha anda para aqui a pedalar na maior dois níveis acima de mim e eu aqui a esforçar-me pra caraças e estou abaixo dela?!"
Vai daí que resolve passar para o memso nível que eu! E aquilo é que foi pedalar!!! Pedalar mesmo à maluca!!! Eu confesso que estava um bocadinho receosa que ele caísse para o lado... E ele ali, macho, forte, alto e espadaúdo a pedalar que nem um doido! Pois... mas só pedalou assim durante pouco mais de dois minutos... É que começa a mudar de cor, a transpirar, a transpirar, a transpirar e... parou!!! Pois claro!!!
Eu pensei: "Ò meu amigo, mas porque é que julgas que eu estou aqui a pedalar devagarinho qual passeio junto ao rio, nas calmas?"
Meus amigos do sexo masculino, não vale a pena concorrerem comigo! Primeiro porque eu não estou nem aí, nunca gostei de concursos! Depois porque estou no ginásio para me sentir bem e não para me fazer de forte e em último... meu caro amigo, mesmo que fosse essa a intenção, há outras formas de me fazer olhar para ti!
Ai, ai...
sexta-feira, 4 de março de 2011
O Carnaval!
Como este é um blog sui generis e nem eu nem a Blurdressed desejámos as Boas Festas a ninguém, achei que devia pelo menos vir aqui, não desejar um Feliz Carnaval mas dissertar acerca desta festividade.
Para que fique bem assente e para começar em beleza, aviso já que detesto o Carnaval! Detesto!!!
Passado este meu desabafo... hoje vi três desfiles de Carnaval de criancinhas com menos de 7 anitos! Fofos, muito fofos, devo dizer-vos! Mas... comecei cá eu a pensar... quando eu era miuda (e não vamos falar de há quantos anos isso foi...)o pessoal mascarava-se mas de outra forma. Quer dizer, quem nos fazia a roupinha eram as mães, quem nos pintava as caras eram os pais, íamos desencantar os chapéus e os vestidinhos dos avós, pediamos roupa emprestada aos vizinhos... enfim, pelo menos era o que eu fazia bem como os meus colegas e amigos!
É que, cheguei eu à conclusão, lá fofas as criancinhas eram, quanto mais não seja pelas carinhas de sono que levavam mas... que pena, eram todos iguais! Mais de 20 homens-aranha! mais de 37 sevilhanas! 5 ou 6 batmans (acho que o Batman está a descer no ranking!) Escudeiros, cavaleiros e Dartacãos pr'aí uns 49! Aqueles fatinhos luzidios, ainda com os vincos das embalagens não têm assim muita graça!
Não sou nada saudosista mas confesso que ainda conseguia achar alguma graça ao Carnaval quando o pessoal se mascarava de minhota e cowboy, de palhaço ou de bebé, com um ar manhoso mas cheios de personalidade!
Confesso aqui que a única vez que gostei do Carnaval foi quando me mascarei de Emília (do Sítio do Picapau Amarelo. A boneca de trapos, lembram-se dela?). Com um vestidinho da minha mãe, umas meias cheias de remendos que a minha fez, uma cabeleira de tecidos que a minha mãe também fez com tanto amor e carinho e com a cara maravilhosamente pintada pelo meu pai!
Percebo que hoje em dia, as mães têm mais que fazer do que passar um fim de semana agarradas à maquina de costura e que os pais tenham medo de demonstrar poucos dotes artísticos para a pintura mas que era muito mais giro, era! E era tão fácil! Ver o meu maninho, pequenito, mascarado de índio, com um pijaminha laranja cheio de fitas e um arco e uma flecha que o meu pai lhe ofereceu é das melhores recordações que tenho do Carnaval!
Como diria a Bluedressed: Bidas!!!
Para que fique bem assente e para começar em beleza, aviso já que detesto o Carnaval! Detesto!!!
Passado este meu desabafo... hoje vi três desfiles de Carnaval de criancinhas com menos de 7 anitos! Fofos, muito fofos, devo dizer-vos! Mas... comecei cá eu a pensar... quando eu era miuda (e não vamos falar de há quantos anos isso foi...)o pessoal mascarava-se mas de outra forma. Quer dizer, quem nos fazia a roupinha eram as mães, quem nos pintava as caras eram os pais, íamos desencantar os chapéus e os vestidinhos dos avós, pediamos roupa emprestada aos vizinhos... enfim, pelo menos era o que eu fazia bem como os meus colegas e amigos!
É que, cheguei eu à conclusão, lá fofas as criancinhas eram, quanto mais não seja pelas carinhas de sono que levavam mas... que pena, eram todos iguais! Mais de 20 homens-aranha! mais de 37 sevilhanas! 5 ou 6 batmans (acho que o Batman está a descer no ranking!) Escudeiros, cavaleiros e Dartacãos pr'aí uns 49! Aqueles fatinhos luzidios, ainda com os vincos das embalagens não têm assim muita graça!
Não sou nada saudosista mas confesso que ainda conseguia achar alguma graça ao Carnaval quando o pessoal se mascarava de minhota e cowboy, de palhaço ou de bebé, com um ar manhoso mas cheios de personalidade!
Confesso aqui que a única vez que gostei do Carnaval foi quando me mascarei de Emília (do Sítio do Picapau Amarelo. A boneca de trapos, lembram-se dela?). Com um vestidinho da minha mãe, umas meias cheias de remendos que a minha fez, uma cabeleira de tecidos que a minha mãe também fez com tanto amor e carinho e com a cara maravilhosamente pintada pelo meu pai!
Percebo que hoje em dia, as mães têm mais que fazer do que passar um fim de semana agarradas à maquina de costura e que os pais tenham medo de demonstrar poucos dotes artísticos para a pintura mas que era muito mais giro, era! E era tão fácil! Ver o meu maninho, pequenito, mascarado de índio, com um pijaminha laranja cheio de fitas e um arco e uma flecha que o meu pai lhe ofereceu é das melhores recordações que tenho do Carnaval!
Como diria a Bluedressed: Bidas!!!
quarta-feira, 2 de março de 2011
Ora deixa cá ver…Hoje, e a bem da diversidade e do interesse cóltural e científico deste nosso espaço de ideias, resolvi colocar um post aberto ao público, aos nossos estimados Fofos. Sim. Algo que vós podeis ler e pensar assim: “Ora aqui está uma coisa em que me dão lugar para comentar”. Exactos.
Ora então… um tema assim… de interesse… rebuscado intelectualmente… de que teor… político? Social? Económico-financeiro? Sim! Ah, já sei! Tecnológico! Isso… tecnológico… Ah! Essa é fácil… Eu sou uma moça muito dada às tecnologias, porque sou… e também sou uma moça muito dedicada às artes da culinária (estão a ver? Aqui estou a introduzir a cóltura. Sim, com certeza, cóltura! Porque o que cozinhamos é o reflexo do sítio onde vivemos, do nosso anvirroneman e também das pessoas com quem vivemos – social e cóltural, Fofos). Ora, existe algo que se me faz espécie. Quer dizer: uma pessoa compra uma máquina de fazer pão (tecnologia), compra aquelas farinhas já com os preparos todos (economia) e corre tudo bem, pãozinho enorme, saborosinho e coiso. Se faz as receitas pelo livro que acompanha a máquina (literatura e ciência experimental), já o pão fica a metade (Física). Isto requer uma análise do fenómeno (Lógica) para eu não ficar tão desanimada (Psicologia, perdão, PsiQUIatria).
Digam lá. Querem algo mais erudito e rebuscado que isto? Não conseguem! Tirem o cavalinho da chuva porque não con-seguem!
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
Uma 'ssoa 'tá sempre a aprender!
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
A importância do desktop (ou do ambiente de trabalho)
Pois eu cá considero o nosso ambiente de trabalho (!) de extrema importância! Hahah! Que belo trocadilho que me surgiu agora, mas juro que não foi premeditado! Considero e coloco especial input, ou seja, esforço, em embelezar sempre o papel de parede do meu computador! Ai como eu hoje estou inspirada! Esperem aí que vou mas é escrever textos já para o resto da semana… Deixem-me cá tirar só mais umas ideias……
…
Ora, desculpem… voltemos então.
Estávamos… ah, sim. Pois eu ponho no meu desktop sempre fotografias de gajos. Sempre. São sempre dois: um por quem tenho muito respeitinho e olho para ele como: “Sim, paizinho”, mas como o admiro muito, para além de o considerar muito bonito, pimba, está lá; o outro, não o considero paizinho de forma nenhuma, antes pelo contrário, porque confesso que me apetece dizer-lhe coisas muito brejeironas.
Depois, infelizmente, há os desktop do trabalho. Aqui há atrasado, quando trabalhava ainda no estabelecimento prisional, tinha um desktop lindo, impingido, que era nem mais nem menos que as trombas do dito estabelecimento. Ora, já não bastava eu estar enclausurada, queriam que eu me lembrasse a toda a hora dessa pérfida condição? Nem pensar! Daí que alterava sempre, todos os dias, para um diferente. Agora, como estou noutro trabalho, não me atrevo a alterar o desktop, há uma, porque não me incomoda e, há outra, porque poderia ferir “sustentibilidades” e crenças religiosas de certas e determinadas… enfim… não trabalhamos sozinhos, não é verdade…
Pois… Bidas…
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
Campeonato natalício
terça-feira, 16 de novembro de 2010
Ai o que eu adoro um bom romance!!!
Reza assim... (mais coisa menos coisa!)
A tia loura atira-se ao PT que por sua vez acha graça à loura mas não a tia, a do bairro! A loura do bairro não gosta não gosta mas não há vez que não espere por ele à hora de saída! O moreno entra mudo e sai calado mas é vê-lo em frente à tia loura a levantar pesos que aquilo até dá gosto! A morena cinquentona feia como a potassa mas que se acha uma moça de 20 anos atira-se também ao PT e atravessa-se à frente de gajas como eu que só querem mesmo é fazer exercício... O psicopata atira-se à PT que por sua vez gosta mais de falar de criancinhas e maternidade com a amiga que por acaso até é casada com o PT a quem a tia loura se atira e que por acaso até acha graça à loura do bairro! No meio disto há uma miuda sempre em sofrimento que ainda não consegui perceber por quem está apaixonada e um puto, todo apetrechado (ele é cintas e luvas e auriculares... confesso que a parte dos auriculares ainda não consegui mesmo perceber e antes que me digam que é para ouvir musica, digo-vos já que não é!)que está completamente apaixonado pelo espelho!
AH! Há ainda uma traveca que corre como uma bailarina mas é a simpatia em pessoa!!!
Ai o que eu adoro um bom romance!!!
A tia loura atira-se ao PT que por sua vez acha graça à loura mas não a tia, a do bairro! A loura do bairro não gosta não gosta mas não há vez que não espere por ele à hora de saída! O moreno entra mudo e sai calado mas é vê-lo em frente à tia loura a levantar pesos que aquilo até dá gosto! A morena cinquentona feia como a potassa mas que se acha uma moça de 20 anos atira-se também ao PT e atravessa-se à frente de gajas como eu que só querem mesmo é fazer exercício... O psicopata atira-se à PT que por sua vez gosta mais de falar de criancinhas e maternidade com a amiga que por acaso até é casada com o PT a quem a tia loura se atira e que por acaso até acha graça à loura do bairro! No meio disto há uma miuda sempre em sofrimento que ainda não consegui perceber por quem está apaixonada e um puto, todo apetrechado (ele é cintas e luvas e auriculares... confesso que a parte dos auriculares ainda não consegui mesmo perceber e antes que me digam que é para ouvir musica, digo-vos já que não é!)que está completamente apaixonado pelo espelho!
AH! Há ainda uma traveca que corre como uma bailarina mas é a simpatia em pessoa!!!
Ai o que eu adoro um bom romance!!!
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Goodbye my love, goodbye...
Depois de três anos, eis chegado o dia da separação! Isto parece uma novela mexicana mas não é. Eu explico...
Depois de três anos consecutivos a trabalhar ao lado da Bluedressed, chegou o momento de nos separarmos. Deixei de trabalhar com a Bluedressed, fui para outro local, tenho colegas novos.
Apeteceu-me escrever este texto especialmente para a Bluedressed. Apeteceu-me dizer que nunca tive uma colega de trabalho como ela! Confio no seu trabalho, nas suas decisões profissionais. Gosto da forma como vê o trabalho em equipa, como me tira dúvidas e me dá na cabeça quando faço asneira! Gosto de saber que é minha colega mas que não me lixa o trabalho todo nas costas! Gosto da forma como diz "nós" quando recebemos elogios ou quando nos chamam a atenção.
Se a Bluedressed fizer o meu trabalho, tenho a certeza que ficou bem. Basta olharmos uma para a outra para sabermos o que temos que fazer, o que estamos a pensar. Quando uma está com o trabalho atrasado, a outra ajuda; quando uma falta, a outra trabalha a dobrar; quando uma está mal disposta ou triste, a outra tenta animar...
E o que nos rimos?
E o que gritamos também?
Partilhamos o espaço, o tempo... os outros colegas... o desespero e as alegrias... o almoço... sabemos as passwords uma da outra... sei lá, podia estar aqui a escrever mais não sei quantas linhas que nunca iria conseguir dizer tudo o que quero.
É isso... nunca tive uma colega de trabalho como a Bluedressed!
Para além disto tudo tornámo-nos amigas! Aliás, este nosso blog, o nosso "mais que tudo" nasceu disso, da amizade. Nasceu de passarmos dias a fio sozinhas a falar de nós, das nossas vidas, a desesperar e a rir, a trabalhar... sempre as duas, sozinhas.
E agora tenho colegas novos... Perdoem-me! Parece que já estou a mostrar que não me agradam. Nada disso! Terão as suas qualidades com certeza... mas a Bluedressed é a Bluedressed!
Depois de três anos consecutivos a trabalhar ao lado da Bluedressed, chegou o momento de nos separarmos. Deixei de trabalhar com a Bluedressed, fui para outro local, tenho colegas novos.
Apeteceu-me escrever este texto especialmente para a Bluedressed. Apeteceu-me dizer que nunca tive uma colega de trabalho como ela! Confio no seu trabalho, nas suas decisões profissionais. Gosto da forma como vê o trabalho em equipa, como me tira dúvidas e me dá na cabeça quando faço asneira! Gosto de saber que é minha colega mas que não me lixa o trabalho todo nas costas! Gosto da forma como diz "nós" quando recebemos elogios ou quando nos chamam a atenção.
Se a Bluedressed fizer o meu trabalho, tenho a certeza que ficou bem. Basta olharmos uma para a outra para sabermos o que temos que fazer, o que estamos a pensar. Quando uma está com o trabalho atrasado, a outra ajuda; quando uma falta, a outra trabalha a dobrar; quando uma está mal disposta ou triste, a outra tenta animar...
E o que nos rimos?
E o que gritamos também?
Partilhamos o espaço, o tempo... os outros colegas... o desespero e as alegrias... o almoço... sabemos as passwords uma da outra... sei lá, podia estar aqui a escrever mais não sei quantas linhas que nunca iria conseguir dizer tudo o que quero.
É isso... nunca tive uma colega de trabalho como a Bluedressed!
Para além disto tudo tornámo-nos amigas! Aliás, este nosso blog, o nosso "mais que tudo" nasceu disso, da amizade. Nasceu de passarmos dias a fio sozinhas a falar de nós, das nossas vidas, a desesperar e a rir, a trabalhar... sempre as duas, sozinhas.
E agora tenho colegas novos... Perdoem-me! Parece que já estou a mostrar que não me agradam. Nada disso! Terão as suas qualidades com certeza... mas a Bluedressed é a Bluedressed!
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
D. Joaquina… D. Joaquina…
Não me soa bem. Não… mas passo a explicar-vos. Depois de anos na ignorância, descobri que a variedade de peras da última árvore de fruto que ainda resiste naquele que foi outrora um povoado quintal (e agora está há coisa de uns poucos anos a tentar ser um jardim) é D. Joaquina!
Sei que tenho rosas Santa Teresinha, que tive uma ameixieira que dava frutos cujo nome metia assim também uma santidade qualquer, mas confesso que nunca prestei muita atenção a quando a minha avó referia estes nomes todos. Hoje lamento, mas paciência. Chavalices…
Contudo, no entanto, porém, confesso também (para quê gastar dinheiro em psicanálises se posso vir para aqui desabafar? Tenho que dizer isto da próxima vez que for à otorrino e ela me aconselhar uma psiquiatra) que fiquei um bocadinho triste, quiçá a roçar a desilusão. Ora porquê? Então?! Então?! Meus Fofos, Joaquina é nome de camareira! Ora qu’esta! Está bem que ainda lhe puseram o “Dona” antes, para tentar compor a coisa, mas a mim não me convencem. Ah, não! Não a mim! D. Berta… D. Carlota… D. Martinha… Isso sim seria estiloso.
Já me estou a imaginar a dar um jantar e a fazer a sobremesa maravilhosa com chocolate a envolver as ditas peras e as pessoas todas: “Oh!", “Ah!”. E eu a dizer de boca cheia (de orgulho, entenda-se): “Ah, é D. Bêrta”, “Ah! D. Bêrta? Que curiosíssimo!”. E depois eu acrescento, reguzijantemente: “Ê. Sabe, foi o nome que o meu tetravô deu a êsta variedade de pêra. Ele teve uma filha que, coitádá, êra muito dêbil e morreu muito nôva, e então ele baptizou assim a pêra. Desde então assim ficou. Ê uma coisa de família, tá a vêre?”.
Assim é que era! Chique!
Sei que tenho rosas Santa Teresinha, que tive uma ameixieira que dava frutos cujo nome metia assim também uma santidade qualquer, mas confesso que nunca prestei muita atenção a quando a minha avó referia estes nomes todos. Hoje lamento, mas paciência. Chavalices…
Contudo, no entanto, porém, confesso também (para quê gastar dinheiro em psicanálises se posso vir para aqui desabafar? Tenho que dizer isto da próxima vez que for à otorrino e ela me aconselhar uma psiquiatra) que fiquei um bocadinho triste, quiçá a roçar a desilusão. Ora porquê? Então?! Então?! Meus Fofos, Joaquina é nome de camareira! Ora qu’esta! Está bem que ainda lhe puseram o “Dona” antes, para tentar compor a coisa, mas a mim não me convencem. Ah, não! Não a mim! D. Berta… D. Carlota… D. Martinha… Isso sim seria estiloso.
Já me estou a imaginar a dar um jantar e a fazer a sobremesa maravilhosa com chocolate a envolver as ditas peras e as pessoas todas: “Oh!", “Ah!”. E eu a dizer de boca cheia (de orgulho, entenda-se): “Ah, é D. Bêrta”, “Ah! D. Bêrta? Que curiosíssimo!”. E depois eu acrescento, reguzijantemente: “Ê. Sabe, foi o nome que o meu tetravô deu a êsta variedade de pêra. Ele teve uma filha que, coitádá, êra muito dêbil e morreu muito nôva, e então ele baptizou assim a pêra. Desde então assim ficou. Ê uma coisa de família, tá a vêre?”.
Assim é que era! Chique!
terça-feira, 19 de outubro de 2010
Que Deus abençoe a descida das novas almas à Terra
Pois que já nasceu o novo rebento da família!

Isto é de facto um grande facto, tendo em conta que a actualização do saldo familiar estagnou há 25 anos… Confesso que está a ser muito engraçado acompanhar este processo todo. Já vi ontem fotos da mamã e do bebé e reparei numa coisa muito curiosa, que me vem sempre à mente cada vez que vejo fotografias que mulheres que acabaram de dar à luz.
Este estado de maternidade é muito curioso porque as mulheres perdem o pudor com o seu corpo. Estão de tal forma envolvidas e entregues ao filho que noutras alturas aquelas fotografias pareceriam assim mais adequadas para… certos e determinados calendários… Ele é fotografias com altos decotes, de perna à mostra… Eu acho que elas devem pensar: “Oh filhos, já estive 15 horas à espera que isto chigasse aos 10 cm, depois outro tanto a fazer força que até já estava toda dormente, finalmente o c*******ão saiu e agora querem que eu esteja preocupada em compor a camisa de dormir?”. Eu era o que pensaria, certamente. A LittleGirlBlue pensaria provavelmente o mesmo, mas com uns piiiiiiiiiiiiiiiiiiis pelo meio!
Brincadêrinha! A propósito, já lhe deram os parabéns?

Isto é de facto um grande facto, tendo em conta que a actualização do saldo familiar estagnou há 25 anos… Confesso que está a ser muito engraçado acompanhar este processo todo. Já vi ontem fotos da mamã e do bebé e reparei numa coisa muito curiosa, que me vem sempre à mente cada vez que vejo fotografias que mulheres que acabaram de dar à luz.
Este estado de maternidade é muito curioso porque as mulheres perdem o pudor com o seu corpo. Estão de tal forma envolvidas e entregues ao filho que noutras alturas aquelas fotografias pareceriam assim mais adequadas para… certos e determinados calendários… Ele é fotografias com altos decotes, de perna à mostra… Eu acho que elas devem pensar: “Oh filhos, já estive 15 horas à espera que isto chigasse aos 10 cm, depois outro tanto a fazer força que até já estava toda dormente, finalmente o c*******ão saiu e agora querem que eu esteja preocupada em compor a camisa de dormir?”. Eu era o que pensaria, certamente. A LittleGirlBlue pensaria provavelmente o mesmo, mas com uns piiiiiiiiiiiiiiiiiiis pelo meio!
Brincadêrinha! A propósito, já lhe deram os parabéns?
domingo, 10 de outubro de 2010
É à vontade do freguês!
É só para vos informar que se precisarem de ajuda, seja ela de que tipo for, eu tenho a solução! Ora então vejamos:
O Astrólogo Médium Mestre Bamba diz que não há problema sem solução e são tantas as dificuldades que ele resolve que eu nem vos vou maçar com a descrição de todas! Mas convém dizer que só pagam depois do resultado!
O Professor Abdallah (não parece nada nome à filme americano, não senhor…) garante êxitos em 48 horas, para o caso de estarem com pressa.
O Professor Mestre Soares também ajuda a resolver uma carrada de problemas mas, atenção, se és homem o Mestre garante “amarração” mas olha que demora 8 dias! Enquanto que a da mulher é mais despachadinha! 7 dias e pimba, já está!
O Professor Fofana dá facilidades de pagamento, é conhecido por grandes personalidades do mundo inteiro e garante o sucesso onde os outros falham! Eu aposto neste! Parece-me o mais vantajoso e se o Tony Blair, a Madonna e o Marco Paulo me garantirem que o Professor é mesmo bom, não penso duas vezes! Embora o Professor Mestre Aidara faça consultas à distância todos os dias e isso dá-me imenso jeito…
O Professor Mestre Riallo trabalha com cola, athim e tartaruga africana (nem quero pensar no que será usar uma tartaruga africana (ou outra qualquer!) nestas “bidas”!)
Há também o Astrólogo Mestre Dabo Vidente… Muito bom para o caso de terem a casa assombrada!
O Professor Mamadu é “dotado de dom hereditário” (nada de piadas fáceis, por favor…)
Para terminar em beleza, apresento-vos uma senhora, a Astróloga Parapsicóloga Airy (bonito nome!) que “ajuda e aconselha com honestidade absoluta qualquer que seja o seu problema”. Para o caso de ainda não terem percebido do que padecem há sempre esta senhora!
Espero que vos tenha ajudado.
Ah! E gostava de ressalvar que estes anúncios de mestres, professores e afins estão em apenas duas páginas de jornal! Páginas, não folhas!... Só são mesmo batidos por aqueles anúncios daquelas senhoras jeitosas, bem constituídas, simpáticas e muito prestáveis, sempre muito encaloradas que gostam de dar os seus números de telefone ao público em geral…
O Astrólogo Médium Mestre Bamba diz que não há problema sem solução e são tantas as dificuldades que ele resolve que eu nem vos vou maçar com a descrição de todas! Mas convém dizer que só pagam depois do resultado!
O Professor Abdallah (não parece nada nome à filme americano, não senhor…) garante êxitos em 48 horas, para o caso de estarem com pressa.
O Professor Mestre Soares também ajuda a resolver uma carrada de problemas mas, atenção, se és homem o Mestre garante “amarração” mas olha que demora 8 dias! Enquanto que a da mulher é mais despachadinha! 7 dias e pimba, já está!
O Professor Fofana dá facilidades de pagamento, é conhecido por grandes personalidades do mundo inteiro e garante o sucesso onde os outros falham! Eu aposto neste! Parece-me o mais vantajoso e se o Tony Blair, a Madonna e o Marco Paulo me garantirem que o Professor é mesmo bom, não penso duas vezes! Embora o Professor Mestre Aidara faça consultas à distância todos os dias e isso dá-me imenso jeito…
O Professor Mestre Riallo trabalha com cola, athim e tartaruga africana (nem quero pensar no que será usar uma tartaruga africana (ou outra qualquer!) nestas “bidas”!)
Há também o Astrólogo Mestre Dabo Vidente… Muito bom para o caso de terem a casa assombrada!
O Professor Mamadu é “dotado de dom hereditário” (nada de piadas fáceis, por favor…)
Para terminar em beleza, apresento-vos uma senhora, a Astróloga Parapsicóloga Airy (bonito nome!) que “ajuda e aconselha com honestidade absoluta qualquer que seja o seu problema”. Para o caso de ainda não terem percebido do que padecem há sempre esta senhora!
Espero que vos tenha ajudado.
Ah! E gostava de ressalvar que estes anúncios de mestres, professores e afins estão em apenas duas páginas de jornal! Páginas, não folhas!... Só são mesmo batidos por aqueles anúncios daquelas senhoras jeitosas, bem constituídas, simpáticas e muito prestáveis, sempre muito encaloradas que gostam de dar os seus números de telefone ao público em geral…
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