segunda-feira, 25 de outubro de 2010

D. Joaquina… D. Joaquina…

Não me soa bem. Não… mas passo a explicar-vos. Depois de anos na ignorância, descobri que a variedade de peras da última árvore de fruto que ainda resiste naquele que foi outrora um povoado quintal (e agora está há coisa de uns poucos anos a tentar ser um jardim) é D. Joaquina!

Sei que tenho rosas Santa Teresinha, que tive uma ameixieira que dava frutos cujo nome metia assim também uma santidade qualquer, mas confesso que nunca prestei muita atenção a quando a minha avó referia estes nomes todos. Hoje lamento, mas paciência. Chavalices…

Contudo, no entanto, porém, confesso também (para quê gastar dinheiro em psicanálises se posso vir para aqui desabafar? Tenho que dizer isto da próxima vez que for à otorrino e ela me aconselhar uma psiquiatra) que fiquei um bocadinho triste, quiçá a roçar a desilusão. Ora porquê? Então?! Então?! Meus Fofos, Joaquina é nome de camareira! Ora qu’esta! Está bem que ainda lhe puseram o “Dona” antes, para tentar compor a coisa, mas a mim não me convencem. Ah, não! Não a mim! D. Berta… D. Carlota… D. Martinha… Isso sim seria estiloso.

Já me estou a imaginar a dar um jantar e a fazer a sobremesa maravilhosa com chocolate a envolver as ditas peras e as pessoas todas: “Oh!", “Ah!”. E eu a dizer de boca cheia (de orgulho, entenda-se): “Ah, é D. Bêrta”, “Ah! D. Bêrta? Que curiosíssimo!”. E depois eu acrescento, reguzijantemente: “Ê. Sabe, foi o nome que o meu tetravô deu a êsta variedade de pêra. Ele teve uma filha que, coitádá, êra muito dêbil e morreu muito nôva, e então ele baptizou assim a pêra. Desde então assim ficou. Ê uma coisa de família, tá a vêre?”.

Assim é que era! Chique!


quarta-feira, 20 de outubro de 2010


LittleGirlBlue - Parem lá com isso, se não ainda dou um tiro nos cornos… mas não nos meus!
Bluedressed- Ah bom! É que eu não te deixava fazer isso, punha-me à frente da arma!
LittleGirlBlue - (Isso agora foi bomito) É que eu não sou parva! Julgas, não?

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Os Prodigiosos

Porque esta música é fabulosa, porque o álbum é fabuloso, porque ela não me saiu da cabeça o dia todo!


Que Deus abençoe a descida das novas almas à Terra

Pois que já nasceu o novo rebento da família!





Isto é de facto um grande facto, tendo em conta que a actualização do saldo familiar estagnou há 25 anos… Confesso que está a ser muito engraçado acompanhar este processo todo. Já vi ontem fotos da mamã e do bebé e reparei numa coisa muito curiosa, que me vem sempre à mente cada vez que vejo fotografias que mulheres que acabaram de dar à luz.

Este estado de maternidade é muito curioso porque as mulheres perdem o pudor com o seu corpo. Estão de tal forma envolvidas e entregues ao filho que noutras alturas aquelas fotografias pareceriam assim mais adequadas para… certos e determinados calendários… Ele é fotografias com altos decotes, de perna à mostra… Eu acho que elas devem pensar: “Oh filhos, já estive 15 horas à espera que isto chigasse aos 10 cm, depois outro tanto a fazer força que até já estava toda dormente, finalmente o c*******ão saiu e agora querem que eu esteja preocupada em compor a camisa de dormir?”. Eu era o que pensaria, certamente. A LittleGirlBlue pensaria provavelmente o mesmo, mas com uns piiiiiiiiiiiiiiiiiiis pelo meio!

Brincadêrinha! A propósito, já lhe deram os parabéns?

Um "tapinha" não dói!

‘Tão a ver aquela velha imagem do homem de cerveja na mão a levantar-se do sofá para pregar uma valente chapada na televisão que insiste em ter a imagem para baixo e para cima? Garanto-vos que aquela chapada resulta!
Eu acho mesmo que os electrodomésticos apreciam um estabefe ou outro de vez em quando... nada para magoar ou deixar marca. Assim... só um “tapinha”!
Falo por experiência própria. Quer dizer, não sou eu que gosto dum “tapinha”! Calma, amores, calma! São mesmo os televisores, os computadores, as máquinas d ecafé, o tabelier do carro... por aí, estão a ver?

Tenho um relógio despertador na mesa de cabeceira de que gosto muito. Daqueles a imitar os antigos, com aquele tique-taque irritante que não deixa dormir quem não está habituado e com aquelas campainhas que quando tocam acordam o prédio inteiro menos a mim!
Adoro-o, o problema é que que como funciona a corda, passa mais de metade do tempo parado porque, pensava eu, a corda estava estragada!
Então não é que no outro dia lhe preguei um estabefe de tal maneira bem assente que ele caiu ao chão e só não se partiu todo por obra e graça do Espírito Santo, e agora funciona que é uma maravilha?! Meus fofos, nunca mais se atrasou! Dou-lhe corda de manhã e à noite está certíssimo! E mais extraordinário ainda, no outro dia de manhã continua certo!!!
Agora digam-me lá se um estalo bem dado não faz bem? É como nas crianças, se for bem assente nunca mais se esquecem e também nunca mais repetem a gracinha!
Eu sei que isto tudo parece um bocado hardcore mas aqui também já somos todos adultos e pouco dados a mariquices! Quem for, aguente-se, que quem manda aqui sou eu e a Bluedressed!
Já estou mesmo a ver, qualquer dia, lá tenho o portátil de leather, a televisão de chicote na mão e o frigorífico com bolas tailandesas na prateleira dos ovos!!!


segunda-feira, 18 de outubro de 2010

ATM, meu bem-querer

Do mesmo autor de “Por êintre as montánhas moBedêiças”…

A sua mais recente obra “Já fui a séite e está tudo em conformidade”


Muitas bóultas eu já dêi
Pelas caixas déista cidade
A séite eu já fui
E dêizes-me: “Está tudo em conformidade”

Minha razôm já perdêi
Meu dinhêiro encraBado
Se me apareces à freinte
Aí está tudo lixado

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Eu disse àguele gajo guê… eu disse ò… “Tu esgusas de vir gobigo borgue eu zei buito bei ode zao as esgadas e eu zou bei grescididha bra ir zozidha e zei descer as esgadas zozinha. Du és dao grido e duca olhas bra bi. Borguê? Bor... guê… Rafaeeeeelll

Iú tókin tu mi?

Na realidade até estava mas não devia.

Pois que eu incorri num grave erro mas, confesso, até que me soube bem. Se há coisa que eu odeio é “gentxi mitxida à sinóbi”, principalmente gaijas, pá. Gaijas, então… ouve…

Vai daí que a Bluedressed precisou de ir comprar uns [dji:nz] porque uns que ela tinha romperam-se assim no joelho de lado a lado e dirigiu-se àquelas lojas que há nos centros comerciais que não são assim nem para a classe média borra-botas nem para a elite, tá a ver? Aquelas lojas assim no meio-meio. Então cheguei lá e tal, olhei para os preços, puxei das etiqueta, ai que horror, que calças tão… tão… eh pá… não há o meu número! Dirijo-me a outras., vejo o preço… eh pá, que calças tão… tão… feias… e lá encontrei umas de que gostei, chose two (was desperately in need) e lá me dirigi aos Bestiários. Vejo duas senhoras, uma grávida e outra a alcançar à grávida uns sapatos com uns saltos para aí de 9 centímetros mas isso é lá com ela e secalhar ela até é uma mulher precavida, gostou deles e resolveu comprá-los antes que eles desaparecessem, apesar de só os poder usar daqui a 2 meses… e então a Bluedressed vê a outra que lhe deu os sapatos à grávida sa lá, tá a ver e pergunta: “Posso?” e a outra responde: “Por mim… não trabalho aqui!”. Toin! “Ah, peço desculpa”. “Mas podia, dá ares!”, respondeu a grávida. Eu como sou, à uma, uma sinhuara e, à outra, já lhe tinha pedido desculpa, virei as minhas costinhas e fui experimentar as calças que me assentaram como uma maravilha.

Mas, confesso, até me soube bem confundir a outra como empregada, mas também confesso que fiquei lixada com a responda da outra barriga de balão. Bidas… isto há no mundo muita gente que também sabe responder à letra. Temo-nos que aguentar à bronca!

terça-feira, 12 de outubro de 2010

E se eu não estivesse tão rouco ouvias já aqui um sermão que havias de ver! Malandro!
És pouco bom, és! Êh! Hêh! Hêh!

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

- Tem xixi?
- Não, filho. Tenho a meia rota. Disparate!

O meu caminho

O ombro amigo!
O caminho faz-se caminhando
É dando que se recebe
Mais que uma casa, um lar
Sonho de ontem, realidade de hoje
Mais perto daqueles que precisam



Oh, sim! Nestas palavras encontra-se o conforto, encontra-se a compreensão. Mais! O leitor identifica-se com elas, criando um laço ainda mais estreito com a mensagem… e com o mensageiro (uuuuuuhhhhhhhhh!)… todos nós já sofremos, mas com estas palavras percebemos que estes caminhos e carreiros sinuosos também já foram percorridos por outros antes e nós e, certamente, por outros depois de nós. Não estamos sós, não sofremos sós. Basta olharmos para o lado e vermos alguém, um amigo, um irmão.

Não tenham medo de proferir bonitas palavras, não tenham medo de exprimir o que sentem, pois o Senhor, ai, perdão, pois o terror sairá de dentro de vós!


NB 1: As frases apresentadas são títulos de artigos de uma revista incrivelmente interessante que foram inadmissivelmente copiadas e transpostas para este espaço. Um espaço de partilha, de reflexão, de ponderação, um ponto de partida para o amadurecimento, crescimento (loooooooooooooooove and a haaaaaaaaaaaaaaaaard coooooooooooooooooooooock).

NB 2: A expressão que se apresenta entre parêntesis na NB 1 foi abusivamente retirada de uma faixa de um certo álbum de uma determinada cantautora (santinha). Não foi da minha autoria e refuto qualquer dedução, ilação ou difamação de ser… perverted… ãh… eu ‘tou-bos a bêare!

domingo, 10 de outubro de 2010

É à vontade do freguês!

É só para vos informar que se precisarem de ajuda, seja ela de que tipo for, eu tenho a solução! Ora então vejamos:

O Astrólogo Médium Mestre Bamba diz que não há problema sem solução e são tantas as dificuldades que ele resolve que eu nem vos vou maçar com a descrição de todas! Mas convém dizer que só pagam depois do resultado!

O Professor Abdallah (não parece nada nome à filme americano, não senhor…) garante êxitos em 48 horas, para o caso de estarem com pressa.

O Professor Mestre Soares também ajuda a resolver uma carrada de problemas mas, atenção, se és homem o Mestre garante “amarração” mas olha que demora 8 dias! Enquanto que a da mulher é mais despachadinha! 7 dias e pimba, já está!

O Professor Fofana dá facilidades de pagamento, é conhecido por grandes personalidades do mundo inteiro e garante o sucesso onde os outros falham! Eu aposto neste! Parece-me o mais vantajoso e se o Tony Blair, a Madonna e o Marco Paulo me garantirem que o Professor é mesmo bom, não penso duas vezes! Embora o Professor Mestre Aidara faça consultas à distância todos os dias e isso dá-me imenso jeito…

O Professor Mestre Riallo trabalha com cola, athim e tartaruga africana (nem quero pensar no que será usar uma tartaruga africana (ou outra qualquer!) nestas “bidas”!)

Há também o Astrólogo Mestre Dabo Vidente… Muito bom para o caso de terem a casa assombrada!

O Professor Mamadu é “dotado de dom hereditário” (nada de piadas fáceis, por favor…)

Para terminar em beleza, apresento-vos uma senhora, a Astróloga Parapsicóloga Airy (bonito nome!) que “ajuda e aconselha com honestidade absoluta qualquer que seja o seu problema”. Para o caso de ainda não terem percebido do que padecem há sempre esta senhora!

Espero que vos tenha ajudado.

Ah! E gostava de ressalvar que estes anúncios de mestres, professores e afins estão em apenas duas páginas de jornal! Páginas, não folhas!... Só são mesmo batidos por aqueles anúncios daquelas senhoras jeitosas, bem constituídas, simpáticas e muito prestáveis, sempre muito encaloradas que gostam de dar os seus números de telefone ao público em geral…

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

O Ginásio

Finalmente inscrevi-me num ginásio! Digo finalmente porque há anos que ando a dizer o mesmo: “que devia ir para o ginásio”, “que devia fazer exercício físico”, “que só me fazia era bem”... Enfim, as lenga-lengas de quem fala, fala e não faz nada!

Desta foi de vez!!! E estou muito contente com isso! Sempre pensei que mal metesse os pés numa passadeira, tinha três ataques e lá teriam que chamar o 112 e a polícia e não sei quê! Mesmo antes de carregar no botão do start, mesmo antes da máquina começar a funcionar lá estaria eu estendidinha no chão! Mas não!!! Ali estou eu, de pedra e cal, a andar, cada vez mais depressa, sem me sentir mal, a rir e a conversar! Conclusão: afinal não estou assim tão mal!

Por outro lado, uma das minhas desculpas para não me inscrever era o facto de ter que me deslocar sempre imenso para, já cansada, conseguir finalmente chegar ao ginásio. Tramei-me! Tramei-me porque o Sr. A. resolveu abrir um ginásio mesmo ao lado da minha casa! Quando digo ao lado é mesmo ao lado, ‘tão a ver? Tipo uma porta ao lado... tipo 3 metros ao lado...

E o que eu pensava que era uma chatice aquele ambiente cheio de rapagões, todos grandalhões, aos urros e aos gritos, a levantar pesos que ninguém no seu estado normal quer levantar, carregados de garrafas com líquidos intragáveis, com músculos nos braços mais largos que as minhas duas pernas juntas?! Ora toma que te enganaste outra vez! É verdade que já dei de caras com um ou dois, mas é gente pacífica que ao fim de cinco minutos já desistiu de urrar porque ninguém tem coragem de os acompanhar! Afinal é diferente! Afinal há pessoas muito mais velhas que eu, miúdos novos e acima de tudo, pessoal que só se quer sentir bem e passar um bom bocado! É verdade que às vezes lá aparece uma rapariguinha que passa o tempo a correr na passadeira e a falar ao telefone sobre o namorado da amiga e o que fez e deixou de fazer mas pronto, eu acho que ela vê demasiados episódios do Sexo e a Cidade...

Gosto muito do ambiente! Para além de ter um personal trainer jeitoso, simpático e que se preocupa comigo, o Sr. A. trata-me por “poderosa” e convida-nos para tomar café! O pessoal novo é tratado por “tu” e, por mais que isso pudesse ser considerado ofensivo, não o é. Sentimo-nos mais integrados, como se estivéssemos no meio de amigos a relembrar as aulas de educação física no preparatório!

Ainda por cima não vou ao ginásio sozinha! Levo comigo a Bluedressed e o P.! Ah pois é, bebé! E que bom que é!

Entretanto, estou a pensar ir um destes dias a uma aula de yôga. Depois conto-vos como foi! Prometo que conto e logo vos digo se me aguento naquelas posições esquisitas. Se não passo a ter um braço permanentemente para trás das costas, uma perna a fazer um ângulo de 180 graus e se a cabeça ainda se mantêm entre os ombros ou já anda a saltitar de pé em pé...



P.S. – eu gostava mais de ter posto aqui uma fotografia do Jean-Claude van Dame mas pronto...
Zabudákebidu pufavidedá mapássuzu zazú kukêma pulu!

(tradução: aaaaahhh... zabu... zaar... zabêba... zacuma... já começa bem! Ora, zaar...)

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

4037! 4038! 4039...


PARABÉNS!!!

Parabéns Bluedressed! Parabéns a mim!!! Parabéns ao nosso menino, ao nosso mais que tudo, ao nosso rebento!!! Calma que eu e a Bluedressed não temos nenhuma criancinha! Modernas mas nem tanto!

Estamos de Parabéns!!! E perguntam vocês porquê e perguntam muito bem!!! Estamos a comemorar a visita 4037!!! É verdade...

Estou mesmo a ver as vossas caras e a pensarem: mas esta gaja é parva ou quê? Mas a que propósito é que vão comemorar 4037 visitas?! Se fossem 4000! Ou 5000!!! Isso é que fazia sentido! Ou comemorar um ano de blog! Isso sim, era de se comemorar e fazer uma festa! Mas não, estas malucas resolvem comemorar uma data que nada tem de especial!

Pois bem, meus amores, podiamos... por acaso até podíamos porque o blog é nosso e ninguém manda em nós! Pois podíamos mas não queremos! Queremos (4038) comemorar o que nos apetecer e quando nos apetecer! Tal como um dia destes vimos cá partilhar com vocês o aniversário de 1 ano, 4 meses e 7 dias de vida do nosso menino!

Portanto... venham dar-nos os parabéns!!! Venham saltar connosco! Se tens entre 18 e 22 anos e queres juntar-te (4039) a nós (ai desculpem! Não era isto que queria dizer...)

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Máje vôcê téme ume côrraçau muto quênt. Fáje êssa cárra porrquê? Oh! Váije chorrárre? Acháje-me fêiô, é isse?
Ê chegue-me a ele e disse: “Venhêm cá esses osses, hómên!”

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

“Oh, I beg your pardon, Miss. Please, after you!”
“Oh, pardon, monsieur. Non, non, après vous!”

(Estes maganes! Ê bén vi a perninha esticada pra ê caíre! Pensas o quê? Tanse!)

Eu nasci, tu nasceste, ele nasceu. Todos nós nascemos. Vamos lá ter calma, pessoal!

Fruto de circunstâncias familiares (e podem acreditar, não pensem que isto aconteceu ou está a acontecer a mim, como tal, é mais uma estratégia para nos ludibriar acerca dos meus factos pessoais, ãh!), tenho contactado com algumas questões relacionadas com a natalidade, pré-natalidade, neste caso. As inúmeras idas ao médico, os inúmeros exames. De facto, tenho vindo a perceber: 1º, que a ciência está muuuuito evoluída, ouve; 2º, que uma gaja já é mãe antes de o bebé estar cá fora. Mas para “serious statements” terei que fazer outro post, ou então não, porque a Bluedressed não é cá gaja de dizer coisas fofas, fazer “ooooh” e bater com a mão no peito. A Bluedressed é, sim, gaja para lançar reptos, levantar questões! Calma, calma.

Bem, aaaa... o que realmente gostaria de dizer é o seguinte: eu concordo que haja um acompanhamento rigoroso, consciente e controlado, tanto da futura mamã (oooooooh! Such a sweet word!) como do bebé (cutchi, cutchi). Não concordo é com o facto de este controlo levar à supervisão exagerada, sufocante, conduzindo as pessoas à obsessão ou à loucura, com o pânico de não estarem a cumprir os padrões médicos estitpulados.

Meus amigos, se uma pessoa não tiver a cabecinha no lugar, fica obcecada e maluca! Eu apoio todas as medidas que conduzam à segurança da mãe e do feto, ao zelo pela sua saúde, mas os padrões são isso, são elementos construídos para as pessoas se regularem. Se está tudo bem, para quê lançar o pânico? Nós também não nascenos? Não estamos bem? E nossas mamães também!

Calma, meus fofos, tende calma. Falam em depressão pós-parto? Pudera! Uma gaja já anda aflita não sei quantos meses antes!