segunda-feira, 18 de outubro de 2010

ATM, meu bem-querer

Do mesmo autor de “Por êintre as montánhas moBedêiças”…

A sua mais recente obra “Já fui a séite e está tudo em conformidade”


Muitas bóultas eu já dêi
Pelas caixas déista cidade
A séite eu já fui
E dêizes-me: “Está tudo em conformidade”

Minha razôm já perdêi
Meu dinhêiro encraBado
Se me apareces à freinte
Aí está tudo lixado

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Eu disse àguele gajo guê… eu disse ò… “Tu esgusas de vir gobigo borgue eu zei buito bei ode zao as esgadas e eu zou bei grescididha bra ir zozidha e zei descer as esgadas zozinha. Du és dao grido e duca olhas bra bi. Borguê? Bor... guê… Rafaeeeeelll

Iú tókin tu mi?

Na realidade até estava mas não devia.

Pois que eu incorri num grave erro mas, confesso, até que me soube bem. Se há coisa que eu odeio é “gentxi mitxida à sinóbi”, principalmente gaijas, pá. Gaijas, então… ouve…

Vai daí que a Bluedressed precisou de ir comprar uns [dji:nz] porque uns que ela tinha romperam-se assim no joelho de lado a lado e dirigiu-se àquelas lojas que há nos centros comerciais que não são assim nem para a classe média borra-botas nem para a elite, tá a ver? Aquelas lojas assim no meio-meio. Então cheguei lá e tal, olhei para os preços, puxei das etiqueta, ai que horror, que calças tão… tão… eh pá… não há o meu número! Dirijo-me a outras., vejo o preço… eh pá, que calças tão… tão… feias… e lá encontrei umas de que gostei, chose two (was desperately in need) e lá me dirigi aos Bestiários. Vejo duas senhoras, uma grávida e outra a alcançar à grávida uns sapatos com uns saltos para aí de 9 centímetros mas isso é lá com ela e secalhar ela até é uma mulher precavida, gostou deles e resolveu comprá-los antes que eles desaparecessem, apesar de só os poder usar daqui a 2 meses… e então a Bluedressed vê a outra que lhe deu os sapatos à grávida sa lá, tá a ver e pergunta: “Posso?” e a outra responde: “Por mim… não trabalho aqui!”. Toin! “Ah, peço desculpa”. “Mas podia, dá ares!”, respondeu a grávida. Eu como sou, à uma, uma sinhuara e, à outra, já lhe tinha pedido desculpa, virei as minhas costinhas e fui experimentar as calças que me assentaram como uma maravilha.

Mas, confesso, até me soube bem confundir a outra como empregada, mas também confesso que fiquei lixada com a responda da outra barriga de balão. Bidas… isto há no mundo muita gente que também sabe responder à letra. Temo-nos que aguentar à bronca!

terça-feira, 12 de outubro de 2010

E se eu não estivesse tão rouco ouvias já aqui um sermão que havias de ver! Malandro!
És pouco bom, és! Êh! Hêh! Hêh!

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

- Tem xixi?
- Não, filho. Tenho a meia rota. Disparate!

O meu caminho

O ombro amigo!
O caminho faz-se caminhando
É dando que se recebe
Mais que uma casa, um lar
Sonho de ontem, realidade de hoje
Mais perto daqueles que precisam



Oh, sim! Nestas palavras encontra-se o conforto, encontra-se a compreensão. Mais! O leitor identifica-se com elas, criando um laço ainda mais estreito com a mensagem… e com o mensageiro (uuuuuuhhhhhhhhh!)… todos nós já sofremos, mas com estas palavras percebemos que estes caminhos e carreiros sinuosos também já foram percorridos por outros antes e nós e, certamente, por outros depois de nós. Não estamos sós, não sofremos sós. Basta olharmos para o lado e vermos alguém, um amigo, um irmão.

Não tenham medo de proferir bonitas palavras, não tenham medo de exprimir o que sentem, pois o Senhor, ai, perdão, pois o terror sairá de dentro de vós!


NB 1: As frases apresentadas são títulos de artigos de uma revista incrivelmente interessante que foram inadmissivelmente copiadas e transpostas para este espaço. Um espaço de partilha, de reflexão, de ponderação, um ponto de partida para o amadurecimento, crescimento (loooooooooooooooove and a haaaaaaaaaaaaaaaaard coooooooooooooooooooooock).

NB 2: A expressão que se apresenta entre parêntesis na NB 1 foi abusivamente retirada de uma faixa de um certo álbum de uma determinada cantautora (santinha). Não foi da minha autoria e refuto qualquer dedução, ilação ou difamação de ser… perverted… ãh… eu ‘tou-bos a bêare!

domingo, 10 de outubro de 2010

É à vontade do freguês!

É só para vos informar que se precisarem de ajuda, seja ela de que tipo for, eu tenho a solução! Ora então vejamos:

O Astrólogo Médium Mestre Bamba diz que não há problema sem solução e são tantas as dificuldades que ele resolve que eu nem vos vou maçar com a descrição de todas! Mas convém dizer que só pagam depois do resultado!

O Professor Abdallah (não parece nada nome à filme americano, não senhor…) garante êxitos em 48 horas, para o caso de estarem com pressa.

O Professor Mestre Soares também ajuda a resolver uma carrada de problemas mas, atenção, se és homem o Mestre garante “amarração” mas olha que demora 8 dias! Enquanto que a da mulher é mais despachadinha! 7 dias e pimba, já está!

O Professor Fofana dá facilidades de pagamento, é conhecido por grandes personalidades do mundo inteiro e garante o sucesso onde os outros falham! Eu aposto neste! Parece-me o mais vantajoso e se o Tony Blair, a Madonna e o Marco Paulo me garantirem que o Professor é mesmo bom, não penso duas vezes! Embora o Professor Mestre Aidara faça consultas à distância todos os dias e isso dá-me imenso jeito…

O Professor Mestre Riallo trabalha com cola, athim e tartaruga africana (nem quero pensar no que será usar uma tartaruga africana (ou outra qualquer!) nestas “bidas”!)

Há também o Astrólogo Mestre Dabo Vidente… Muito bom para o caso de terem a casa assombrada!

O Professor Mamadu é “dotado de dom hereditário” (nada de piadas fáceis, por favor…)

Para terminar em beleza, apresento-vos uma senhora, a Astróloga Parapsicóloga Airy (bonito nome!) que “ajuda e aconselha com honestidade absoluta qualquer que seja o seu problema”. Para o caso de ainda não terem percebido do que padecem há sempre esta senhora!

Espero que vos tenha ajudado.

Ah! E gostava de ressalvar que estes anúncios de mestres, professores e afins estão em apenas duas páginas de jornal! Páginas, não folhas!... Só são mesmo batidos por aqueles anúncios daquelas senhoras jeitosas, bem constituídas, simpáticas e muito prestáveis, sempre muito encaloradas que gostam de dar os seus números de telefone ao público em geral…

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

O Ginásio

Finalmente inscrevi-me num ginásio! Digo finalmente porque há anos que ando a dizer o mesmo: “que devia ir para o ginásio”, “que devia fazer exercício físico”, “que só me fazia era bem”... Enfim, as lenga-lengas de quem fala, fala e não faz nada!

Desta foi de vez!!! E estou muito contente com isso! Sempre pensei que mal metesse os pés numa passadeira, tinha três ataques e lá teriam que chamar o 112 e a polícia e não sei quê! Mesmo antes de carregar no botão do start, mesmo antes da máquina começar a funcionar lá estaria eu estendidinha no chão! Mas não!!! Ali estou eu, de pedra e cal, a andar, cada vez mais depressa, sem me sentir mal, a rir e a conversar! Conclusão: afinal não estou assim tão mal!

Por outro lado, uma das minhas desculpas para não me inscrever era o facto de ter que me deslocar sempre imenso para, já cansada, conseguir finalmente chegar ao ginásio. Tramei-me! Tramei-me porque o Sr. A. resolveu abrir um ginásio mesmo ao lado da minha casa! Quando digo ao lado é mesmo ao lado, ‘tão a ver? Tipo uma porta ao lado... tipo 3 metros ao lado...

E o que eu pensava que era uma chatice aquele ambiente cheio de rapagões, todos grandalhões, aos urros e aos gritos, a levantar pesos que ninguém no seu estado normal quer levantar, carregados de garrafas com líquidos intragáveis, com músculos nos braços mais largos que as minhas duas pernas juntas?! Ora toma que te enganaste outra vez! É verdade que já dei de caras com um ou dois, mas é gente pacífica que ao fim de cinco minutos já desistiu de urrar porque ninguém tem coragem de os acompanhar! Afinal é diferente! Afinal há pessoas muito mais velhas que eu, miúdos novos e acima de tudo, pessoal que só se quer sentir bem e passar um bom bocado! É verdade que às vezes lá aparece uma rapariguinha que passa o tempo a correr na passadeira e a falar ao telefone sobre o namorado da amiga e o que fez e deixou de fazer mas pronto, eu acho que ela vê demasiados episódios do Sexo e a Cidade...

Gosto muito do ambiente! Para além de ter um personal trainer jeitoso, simpático e que se preocupa comigo, o Sr. A. trata-me por “poderosa” e convida-nos para tomar café! O pessoal novo é tratado por “tu” e, por mais que isso pudesse ser considerado ofensivo, não o é. Sentimo-nos mais integrados, como se estivéssemos no meio de amigos a relembrar as aulas de educação física no preparatório!

Ainda por cima não vou ao ginásio sozinha! Levo comigo a Bluedressed e o P.! Ah pois é, bebé! E que bom que é!

Entretanto, estou a pensar ir um destes dias a uma aula de yôga. Depois conto-vos como foi! Prometo que conto e logo vos digo se me aguento naquelas posições esquisitas. Se não passo a ter um braço permanentemente para trás das costas, uma perna a fazer um ângulo de 180 graus e se a cabeça ainda se mantêm entre os ombros ou já anda a saltitar de pé em pé...



P.S. – eu gostava mais de ter posto aqui uma fotografia do Jean-Claude van Dame mas pronto...
Zabudákebidu pufavidedá mapássuzu zazú kukêma pulu!

(tradução: aaaaahhh... zabu... zaar... zabêba... zacuma... já começa bem! Ora, zaar...)

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

4037! 4038! 4039...


PARABÉNS!!!

Parabéns Bluedressed! Parabéns a mim!!! Parabéns ao nosso menino, ao nosso mais que tudo, ao nosso rebento!!! Calma que eu e a Bluedressed não temos nenhuma criancinha! Modernas mas nem tanto!

Estamos de Parabéns!!! E perguntam vocês porquê e perguntam muito bem!!! Estamos a comemorar a visita 4037!!! É verdade...

Estou mesmo a ver as vossas caras e a pensarem: mas esta gaja é parva ou quê? Mas a que propósito é que vão comemorar 4037 visitas?! Se fossem 4000! Ou 5000!!! Isso é que fazia sentido! Ou comemorar um ano de blog! Isso sim, era de se comemorar e fazer uma festa! Mas não, estas malucas resolvem comemorar uma data que nada tem de especial!

Pois bem, meus amores, podiamos... por acaso até podíamos porque o blog é nosso e ninguém manda em nós! Pois podíamos mas não queremos! Queremos (4038) comemorar o que nos apetecer e quando nos apetecer! Tal como um dia destes vimos cá partilhar com vocês o aniversário de 1 ano, 4 meses e 7 dias de vida do nosso menino!

Portanto... venham dar-nos os parabéns!!! Venham saltar connosco! Se tens entre 18 e 22 anos e queres juntar-te (4039) a nós (ai desculpem! Não era isto que queria dizer...)

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Máje vôcê téme ume côrraçau muto quênt. Fáje êssa cárra porrquê? Oh! Váije chorrárre? Acháje-me fêiô, é isse?
Ê chegue-me a ele e disse: “Venhêm cá esses osses, hómên!”

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

“Oh, I beg your pardon, Miss. Please, after you!”
“Oh, pardon, monsieur. Non, non, après vous!”

(Estes maganes! Ê bén vi a perninha esticada pra ê caíre! Pensas o quê? Tanse!)

Eu nasci, tu nasceste, ele nasceu. Todos nós nascemos. Vamos lá ter calma, pessoal!

Fruto de circunstâncias familiares (e podem acreditar, não pensem que isto aconteceu ou está a acontecer a mim, como tal, é mais uma estratégia para nos ludibriar acerca dos meus factos pessoais, ãh!), tenho contactado com algumas questões relacionadas com a natalidade, pré-natalidade, neste caso. As inúmeras idas ao médico, os inúmeros exames. De facto, tenho vindo a perceber: 1º, que a ciência está muuuuito evoluída, ouve; 2º, que uma gaja já é mãe antes de o bebé estar cá fora. Mas para “serious statements” terei que fazer outro post, ou então não, porque a Bluedressed não é cá gaja de dizer coisas fofas, fazer “ooooh” e bater com a mão no peito. A Bluedressed é, sim, gaja para lançar reptos, levantar questões! Calma, calma.

Bem, aaaa... o que realmente gostaria de dizer é o seguinte: eu concordo que haja um acompanhamento rigoroso, consciente e controlado, tanto da futura mamã (oooooooh! Such a sweet word!) como do bebé (cutchi, cutchi). Não concordo é com o facto de este controlo levar à supervisão exagerada, sufocante, conduzindo as pessoas à obsessão ou à loucura, com o pânico de não estarem a cumprir os padrões médicos estitpulados.

Meus amigos, se uma pessoa não tiver a cabecinha no lugar, fica obcecada e maluca! Eu apoio todas as medidas que conduzam à segurança da mãe e do feto, ao zelo pela sua saúde, mas os padrões são isso, são elementos construídos para as pessoas se regularem. Se está tudo bem, para quê lançar o pânico? Nós também não nascenos? Não estamos bem? E nossas mamães também!

Calma, meus fofos, tende calma. Falam em depressão pós-parto? Pudera! Uma gaja já anda aflita não sei quantos meses antes!

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Que nojo!!!

As ruas de Lisboa estão um nojo! Que vergonha! Que tristeza!

Eu adoro Lisboa! É a minha cidade e adoro-a! É linda! Sinto saudades dela quando estou longe, de vez em quando tenho de ir para a Baixa, para o Chiado, passear nas ruazinhas de Alfama e da Bica! Não tenho dúvidas nenhumas que é uma cidade linda e sem ela a minha vida não tem tanta graça! (E não, não estou em diva melancólica...)

Mas como está suja a minha cidade... As ruas cheias de lixo, os passeios pegajosos e mal cheirosos... Não me venham dizer que é porque não chove!!! Não se atrevam! Porque chover, choveu muito o inverno passado (demais para o meu gosto!) e com a água que gastam a “regar” as estradas enquanto a relva seca porque alguém (ir)responsável não consegue ver que quem passa de carro é que leva com a água e o verde fica a 3 metros para a esquerda ou para a direita, bem podiam lavar as ruas!

Não me digam que a culpa é dos lisboetas! Quer dizer... é, em parte, admito. Não somos propriamente o povo mais limpinho, lá isso é verdade. Há quem não consiga esperar dobrar uma esquina para pôr o lixo no caixote... o pessoal gosta de cuspir no chão (povo de machos à séria!)... levantar a tampa do caixote do lixo e meter, efectivamente, lá dentro o saquinho do lixo deve dar cabo das cruzes... e o mal que faz à coluna pôr as embalagens ou as garrafas dentro dos vidrões?! Bem, ui! Até a mim me doeu só de falar! Já para não falar nos cocózinhos dos nossos amigos de quatro patas cujos donos devem ter problemas de enxaquecas e baixarem-se para apanhar o “presente” do seu amigo, é altamente perigoso!!!

Sei isso tudo mas andar na rua e sentir que cheira mal... já ter nojo de andar de sandálias, andar a torto e a direito a desviar papéis e folhas de jornais, embalagens de bolachas e pastilhas, maços de tabaco e, acima de tudo, olhar para a frente e ver a cor escura e nojenta que a bonita calçada portuguesa adquiriu nos últimos tempos, é triste! Sentir os pés a colar numa espécie de gosma viscosa, castanha e preta, é triste!

Por favor, limpem as ruas de Lisboa! (Credo, isto parecia um slogan de campanha autárquica mas garanto-vos que não é!) E nós, pessoal, vamos lá a ser um bocadinho mais civilizados que já temos idade para isso, tá?!

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Por êintre as montánhas moBedêiças,
seinto meus pés a afundare!
Por êintre as montánhas moBedêiças,
lá estás tu a querêir-me lixare!

És tu que quêires as coisas
mas dizes para eu as fazêare.
Se tudo der para o tuorto,
sou eu que me Bou f***re!

Lágrimas nôu chorarêi,
Ai nôu, nêm um bocadêinho
Pois pessuoas como tu
Bêm para mim de carrêinho!


Este poema é composto por três quadras com o esquema rimático ABAB, ABCB e ABCB.

Reparem como a erudição e o brejeirismo andam a par nestas magníficas quadras, a forma mais popular de versejar. É a prova de como dois expoentes conseguem conviver, a par da concretização escrita de variações fonéticas.

O tema versa sobre uma situação comum do quotidiano, denotando-se igualmente a interpretação e repercussão exercidas sobre a voz que profere as palavras.

Please! Get laid!

Não se assustem! Tenham calma porque não me estou a dirigir a vocês! Simplesmente é uma coisa que me apeteceu gritar no Domingo à noite, quando estava a ver televisão.

Eu estou numa fase em que devoro a Sic Mulher (meu Deus, nunca pensei dizer isto. Eu devoro a Sic Mulher... oh não...). Enfim, preconceitos ultrapassados...

Eu vejo, no dito canal, um certo e determinado pUgrama, que repete umas trezentas vezes (vezes que, dessas todas, vejo umas cento e vinte e só ao fim-de-semana), pUgrama esse que se dedica às artes decorativas, remodelativas e bricolativas. Não é que eu tire muitas ideias daquilo, mas confesso que não tenho grande disponibilidade para ver filmes noutros canais, videoclips da Lady Gaga noutros canais ou programas sobre catástrofes iminentes, noutros canais. Vai daí vejo este programa que agora tem um novo apresentador, que antes bailava e agora dedica-se à televisão, e tem também uma decoradora que agora tem umas enormes madeixas louras.

E vai daí que este Domingo o apresentador dançante e a decoradora loura não paravam de babar um para o outro. Meu Deus, até me fazia aflição! Só me apetecia gritar para a televisão: “Get laid! Pleeeaase!”. Coitadinha. É que ela já vem babando há alguns programas. Isto deduz a minha mente: ora sete vezes sete quarenta e nove e vão dois, mas como eu não sou muito boa a matemáticas... comigo é mais.... botânica... hah! Bem, já me estou a esticar. Por isso, esta é hoje a mensagem que tenho para transmitir. Se algum de vós os conhecer, façam-lhes lá um arranjinho. Sei lá... Ah, já sei. Por exemplo, façam como o candidato do pUgrama anterior: simulem a falta de bateria e deixem os dois sozinhos no meio do nada, sei lá... mas dêem-lhes uma ajudinha, se aquilo não desengatar entretanto, porque eu sou uma moça muito sensível e estas coisas começam a constranger-me e depois deixo de ver o pUgrama e depois eles perdem uma espectadora e depois eu venho para aqui dizer que isto me aflige e sabe Deus se isto vos aflige a vocês também e depois eles já não perdem só uma teleespectadora perdem uns trezentos ou quinhentos! Não dá, não dá!

Sejamos amigos, ‘bora lá, meus Fofos. Eu não posso fazer mais do que isto. Quer dizer, sempre posso ligar para a produção, mas imagine-se que eles não querem expor o romance assim publicamente já? Ou não querem de todo? Estrago-lhes a vida?

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Pedinchice!...

Meus Fofos,

Este blog é da LittleGirlBlue, é meu... no fundo, é de todos nós. Desta forma, é com toda a satisfação que aqui anuncio a forte adesão que o nosso CABB tem tido! Às vezes não é fácil deixarmos os nossos filhos, por nós gerados e criados, tomarem as suas asas e partirem... seguirem os seus caminhos... pelo vento suão... pela nortada...

Poesia adiante... após grande debate com a nossa LittleGirlBlue, cedi... meus Fofos... eu cedi... eu abri o meu coração, o nosso menino CABB estará pela primeira vez a ser alimentado, nutrido, pela sua madrinha. Para comprovarem da veracidade do que digo, seguem alguns excertos do nosso debate:


“Bluedressed, ò Bluedressed, deixa o Ricardo Ribeiro entrar no nosso CABB!!! vá lá!!! Ele é bom rapaz!!!! Simpático e coiso! Bem educado e tal! Não sejas má pra mim ohohohhhh... ai desculpa, esta não é dele! Gosto dele!!!”

“Oh LittleGirlBlue tu sabes que isto os critérios... isto os critérios... eu mal conheço o rapaz. Vi-o só uma vez assim ao de longe. Já sabes como eu sou... eu... tenho de pensar... não sei bem... Vamos ver, vamos ver.”

“Tu és uma grande preconceituosa!!! Tu ouve-me lá bem isto!!! Ouve!!! E diz lá que não sentes um pimpilar... um rufar dentro de ti... um... um... ai... um... sei lá... um ou vários!!! Os que te apetecer!”

“Um pimpilar? Um gongo? Oh! Oh meu Deus! E... e não é que estou a começar a sentir alguma coisa? Oh!”

“Eu não te disse Bluedressed da Conceição?!”



(Eu sabia que a Bluedressed não ía resistir! Gajaqueégaja não resiste a um vozeirão daqueles e a um bom pimpilar!)


Do que eu gosto é de motoristas de autocarros!

Eu gosto de motoristas de autocarros! Gosto! São simpáticos (a grande maioria...), são as pessoas com quem passo mais tempo logo de manhã e antes de tomar café (e não é toda a gente que me aguenta de manhã cedo e ainda por cima antes dum café...), dão imenso jeito e geralmente até são bem giros, o que sabe bem assim logo pela fresca!

Portanto, eu gosto dos motoristas de autocarros e por isso perdoo-lhes alguns disparates. Uma acelaradela fora de sítio, uma conversa mais demorada com outro motorista, um ou outro atraso... perdoo. Agora o que não dá para perceber é porque é que alguns conduzem tão mal! Será que tiraram a carta por correspondência? Fizeram o exame numa estrada deserta, sem paragens, sem pessoas e sem carros?

É que eu não gosto nada de ter a sensação de que na terceira travagem em menos de dois minutos, vou sair disparada pela janela! Não gosto, pronto! Se ainda fosse aquela coisa de cair para cima do gajo giro que está ao nosso lado, ou pisar a velhota que está sentada... “Ah, e tal, desculpe lá! Muita curva muita travagem... desculpe lá!” Pronto, isso ainda compreendia mas quer dizer... não exageremos!

Ensinem estes rapazes fofos e simpáticos! Expliquem-lhes que não é a acelerar e a travar desenfreadamente que se conduz um autocarro! Que o pessoal não quer partir o pescoço nem nada disso!
Vá lá, calminha! Calminha que eu até gosto de vocês! Calminha que devagar se vai a Londres!*



* Piadinha roubada ao Tobias Monteiro/Mariza na peça As Vampiras Lésbicas de Sodoma!

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

A Morcegada!

Nesta altura do ano é vê-los aos magotes, todos juntos, todos amigos, todos uma grande família! E todos vestidinhos de igual, principalmente! São os morcegos!!! Ahah!!! Enganei-vos! Não, não são os morcegos! São o pessoal que começa o novo ano escolar na universidade. Veteranos! Ou nem tanto...

Não me levem a mal! A sério, não me levem a mal porque primeiro, não vale a pena estarem a chatear-se com isso e segundo, eu não vou criticar ninguém nem dizer mal disto ou daquilo, por mais estranho que isto possa parecer... Vou até fazer uma sugestão!

Nunca tive um espírito muito académico, é verdade! Aquela coisa das praxes e os rituais que as envolvem, são coisas a que nunca achei graça, nunca dei importância e sempre achei que não era a forma, pelo menos para mim, de me sentir integrada e de conhecer pessoas.

Não gosto de tunas e muito menos de fardas, embora tenha que admitir que há alguns trajes que me despertam a atenção... consistem em saias, camisinhas e coletes, casacos e capas… a parafrenália do costume mas, o que tem graça é que quem veste as saias são os rapazes! É vê-los, todos grandalhões, com ar de maus, a beber jolas e a falar grosso... de saia!!! É assim a modos que sui generis e ao mesmo tempo excitante! Ou não... Bom, adiante! Voltando ao que estava a dizer, decididamente a minha veia académica deve ter ficado algures perdida numa vida passada! É assim... bidas!!!

Mas, como comecei por dizer, só aqui vim fazer uma sugestão. Por favor, arranjem um traje de verão para este pessoal!!! Principalmente para as raparigas! A sério! Elas bem podem dizer que não mas como é que alguém aguenta camisa, colete, casaco e ainda a capa com este tempo?! Por favor... Já para não falar daquelas collants (eu a-bo-mi-no collants!!!) e saia travada de fazenda?! Minhas meninas: estão 30 graus lá fora!!!

Para além disso, aproveitem e façam um renovação do design da coisa! É que sapatinhos desses já nem a minha avó usava há 20 anos atrás!!!

- E depois vou ao supermercado comprar água.
- Pensava que era bolos.
- Não! Eu não me meto nessas coisas, ‘que eu não sou drógada!

Menos, “fáxavor”!

Bom, podia vir para aqui discutir a utilidade das caixas multibanco mas isso seria um verdadeiro disparate! Isso eu não discuto mas posso discutir outras coisas.

Eu até simpatizo com o bonequinho do multibanco. Tem um ar um bocado parvo mas isso também muito boa gente tem e não é por isso que deixamos de gostar dela, não é?!

O que eu não percebo mesmo é a utilidade daquela senhora anã que está dentro da caixa multibanco (como diz o meu amigo G.), que nos ordena em alto e bom som para retirarmos o nosso dinheiro! Ora vejamos:

1º - se eu vou a uma caixa multibanco e peço para levantar dinheiro, tenho a certeza absoluta que não me vou esquecer dele na máquina!

2º - se for para algum invisual saber que o seu dinheiro já está à vista, esqueceram-se com certeza que a pessoa não vê! E não que não ouve! Ò senhores, a pessoa é cega! Não é surda! Não é preciso uma gritaria daquelas!!!

3º - Eu não tenho muito dinheiro. Ora, se não tenho muito dinheiro, se alguém me roubar o dinheirito que estou a levantar eu não vou ficar muito feliz! Nada feliz mesmo! Sendo assim, não tenho vontade nenhuma de estar a chamar a atenção para esse facto!

Agora pergunto eu: como é que eu posso passar despercebida com a tal senhora anã que está enfiada dentro da máquina, aos gritos, a dizer: “Por favor, retire o seu dinheiro!” Não é preciso minha senhora! Agradeço muita a sua chamada de atenção mas dispenso! Portanto... menos, minha senhora! Menos!!!

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Uma dúvida existencial...

Às vezes assaltam-me dúvidas existenciais! Por exemplo: porque é que cada vez que toca um telemóvel o pessoal vai todo à procura do seu mesmo sabendo que não é o seu que está a tocar porque o som não é nem vagamente parecido?!

Então com as mulheres é certinho com’ó destino! Lá desatam todas a abrir as malas, a revolver o seu interior, a meter a mão lá dentro e, em desespero, a tirar tudo de lá de dentro, a espalhar por todo o lado toda a traquitana (im)pensável! E quando nem mesmo assim se consegue encontrar o maldito do telemóvel (entretanto, o que verdadeiramente estava a tocar, já se calou!), atiram-se as tralhas para o colo (o nosso e o dos outros...), espalham-se pelas mesas de cafés, pelos bancos dos transportes públicos, em cima da cama... enfim, em qualquer lugar!

Tudo isto para depois dizermos: Ah! Afinal não era o meu...
“Ai, eu já não consigo comer mais!”
“Ai, nem eu..”
“E a mim só me falta este bocadinho…”
“Oh, caraças! Foi mesmo ao lado. Já acabaste? Vá, despacha-te lá a comer isso!”
“Aha! Acertei, acertei! Eheheheh! Sou mesmo boa nisto!”
“Vá, dá-me aí o teu pacote, é a minha vez.”
“Eh pá, foi por pouco!”

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Roncos do Diabo

Porque são do melhor que se faz em Portugal, eis... Roncos do Diabo!!!

Meus Fofos, eu não consigo deixar de expressar a minha incondicional fascinação por esta música, por este álbum, por esta voz. Ouçam o 'High Violet' dos 'The National', por favor!

'Bloodbuzz Ohio' aqui vos apresento. E estão perante o mais recente membro do CABB, Clube das Amantes de Baixos e Barítonos. Oh, se estão! Mas, não sei porquê, cheira-me que não vamos ficar por aqui.

"Há gente que fala tanto, tanto, tanto ao telefone... (pausa para respirar fundo) que faz autênticas TESES de doutoramento ao telefone!"


by LittleGirlBlue

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Prima da tia da vizinha da amiga da minha mãe...

Eu hoje venho aqui falar duma coisa que me anda a atormentar e quanto mais eu penso mais eu cismo, como é que gente tão socialista desiste de fazer o socialismo... ai meus fofos (como diz a Bluedressed) desculpem lá, enganei-me! Esta ideia é de outra história! É do Sérgio Godinho! (ou Sérgio Gordinho, como o chamava o meu irmão quando era miudito! Agora já não é... miudito! Nem é miudito nem chama o Sérgio de Gordinho! Bom... adiante!) Estava eu a dizer que esta frase é duma musica muito antiiiiiiiiiiga e que eu adoro: Venho Aqui Falar!

Bom, mas não era do Sérgio Godinho que eu vos vinha aqui falar. Só vim aqui falar duma coisa que me anda a atormentar! Passo a explicar...

Não gosto, é que não gosto nada, mas mesmo nada, desta ideia que se vem desenvolvendo entre alguns serviços da nossa praça de que somos todos uma grande família! Olhem, #$&*% (depois da hora de deitar as crianças eu explico esta simbologia... se for preciso...)!!! Que ideia parva!!! Mas a que propósito é que instituições bancárias têm a lata de dizer a outra pessoa, num mail profissional, se eu sou colega dela?! Ou prima? Ou irmã? Ou vizinha? Ou simplesmente se lhe vendo o pão ou passeio o cão?! Eu sou eu, ela é ela! Ou não?!

Mas há mais! Há pois há!!! Que parvoíce e falta de bom senso é a de uma rede telefónica que nos trata por tu quando temos a infelicidade de levar com a mensagem de voice-mail?! Mas donde é que eu conheço aquela senhora?! Andou comigo na escola, foi? Querem ver que somos parentes e eu não sei?!

Eu sou uma rapariga moderna, “prá frentex”, despachada, liberal e aceito quase tudo! Mas nestas coisas sou muito chatinha! Chamem-me o que quiserem! Antiquada, que não sei quê... que sou assim e assado... Tenho pena mas esta promiscuidade entre a minha pessoa e as instituições é coisa que não me agrada! Não sou prima da senhora da dita rede telefónica e nem quero saber os pormenores das contas bancárias deste e daquele apesar de serem meus pais, amigos ou primos!

Vamos lá a ter um bocadinho de discernimento! Ou internem-me que estou a ficar velha!!!

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Não fui eu, eu juro que não fui eu...

Mas podia ter sido! Muahahah!

terça-feira, 31 de agosto de 2010



Ai que linda!
Pareces a Maria Madalena! Mas em sexy!!!
Sim, que já não há cu para aquele ar sofrido!!!

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Há mar e mar…

Há o Braz & Braz, há o mar e mar e há o traz e trás. Qual a diferença? Meus amigos, pensem, pensem antes de escrever. É que chegam lá e é tão feio ter preguiça. “Traz” é do verbo trazer, é a 3ª pessoal do singular do Presente do Indicativo, meus fofos, e “trás” é uma preposição que significa “atrás, depois de”. Imaginem isto como uma mnemónica: se o verbo trazer tem um “z”, então traz é o verbo, se não tem, então é a preposição. Exemplos: “Traz o meu casaco, se faz favor” e “O carro bateu por trás”. Et voilà!

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

“Adeus! Adeuzinho, irmão!”
“Então aquele gajo vai por ali?”
“Eh pá, é que nem ‘tou pra me chatear mais, oh Isaías.”

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Ah… Ah! Afinal era isto! Pois… pois, eu realmente assim ao longe não consegui ler, não. Pois é… pois é. Está na hora… está na hora.

Lei da Física para Pedreiros

Ora bem… não sei muito bem como começar, porque vou abordar um tema um tanto ou quanto sensível. Bamos lá bere se a coisa não me corre mal.

Vou falar de piropos. Todos nós gostamos de ouvir uns piropos mas nós, gajas, principalmente, quando os ouvimos, e por muita graça que achemos à sua originalidade, não nos vamos desmanchar. Deus nos livre de dar a entender que achámos piada à graçola. Eu, pelo menos, funciono assim. A maior parte das vezes, dá-me uma vontade enorme de vomitar, não só pelas coisas que dizem serem de uma falta de imaginação, como também os homens que os dizem serem feios, porcos e… bem, conseguem imaginar o resto. E para além de serem isso tudo, são também burros. Cá vem a hora do repto (com licença): oh meus grandes labregos, que vocês mal saibam ler e escrever, isso é lá com vocês, e também não exijo que saibam a teoria das leis da Física de cor, mas então vocês não sabem que um carro em movimento, e quando se grita de lá de dentro, com o carro em movimento portanto, a pessoa que está parada, do lado de fora, não consegue perceber? Burros, pá, burros! É que correm o risco de ficar sem a cabeça (que espetam para fora para vomitar a sua macheza [! Dah!]) e ainda por cima é um esforço em vão.

Olhem, eu nem vou comentar mais nada. Eh pá… ouve… Bidas…

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Por ser para ti, eu faço o jeitinho!

Parece que a saga do João ainda não acabou. Ontem lá lhe disse que tinha posto o post no blog e hoje ele vem-me dizer que ficou contente com o resultado, apesar de não ter gostado de algumas coisas (especulações abusivas e caluniosas, disse) que eu escrevi sobre si. Eu lá lhe pedi desculpa.

Bem, esclarecidas as coisas, ele pediu para eu colocar outro vídeo. Lá lhe fiz cara feia outra vez e disse-lhe que eu não gosto de maçar os meus caros seguidores bloguistas com o mesmo assunto assim de seguida. Mas, pronto, eu acho-o fofo e ele argumentou que é um vídeo de uma prestação ressente, de há um mês e pouco atrás. Eu perguntei-lhe do que era e ele respondeu: “Tosca”. “Oh diabo!”, pensei para comigo. Pronto, meus Fofos. Eu sei que já vos falei aqui da “Tosca”, mas eu também não quero estar sempre a dizer que não ao João. Compreendem, não compreendem? Para além do mais, eu acho que ele merece o gesto que estamos a ter.

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Ai João, João!

Tenho sido nos últimos tempos abordada por uma pessoa que me tem dado algo que pensar. Ele soube disto do nosso blog, mais concretamente do clube por mim fundado, o CABB, e anda a fazer-me a cabeça. Eu expliquei-lhe que a admissão não é rígida mas que tem de cumprir, no mínimo, como é óbvio, a premissa de se ser pelo menos barítono. Ele ficou um bocadinho triste por eu ter dito isto porque julgava que ele tinha qualidades suficientes para eu abrir uma excepção. Eu, sinceramente, fiquei um bocadinho de pé atrás por ele ter ficado logo triste tão depressa porque gajoqueégajo não fica logo assim. Mas pronto, eu pensei e resolvi ceder. Afinal, concordo com ele, quando diz que a sua voz tem uma cor escura a cair para o barítono, não é, de facto, o típico tenor. Depois, tem ar de muito gajo, outra condição fundamental para a admissão no clube por isso, pronto, lá cedi. Mas eu adverti-o logo: “Tu não abres muito o jogo a certo e determinado nível, mas eu aviso já que no clube só são idolatrados gajos muito gajos. Não há cá amuos nem birras nem outras coisas. Sim porque eu estou de olho em ti.”. Por fim, porque eu gosto de ser amiga das pessoas, pedi-lhe: “Pronto, já que queres fazer parte do clube, podes escolher a peça.”. Coitadinho! Pela primeira vez vi-o levantar aquele ar meio fechado e taciturno que tem e esboçou um ligeiro sorriso. Escolheu o “Gott! Welch Dunkel hier!", do Fidelio, de Beethoven. Eu esbogalhei os olhos e disse: “Ah, Beethoven! Ando a aprender umas coisas sobre ele!”.

E pronto. Ele agradeceu-me, foi-se embora e pediu-me para eu lhe dizer quando pusesse o post no blog. Vou avisá-lo agora. Pronto. João, já pus, espero que gostes e não te preocupes porque eu vou ser dicreta relativamente a certos… assuntos…




PS: Pedi a opinião à nossa LittleGirlBlue e ela diz que o João não… quer dizer, é…

domingo, 15 de agosto de 2010

O Gang dos Gatos

Tive uma semana de férias altamente (as férias deram-me para ser radical! Radical e jovem! Bom, adiante...) Ora, estava eu a dizer que tive uma semana de férias altamente! Há anos que não acampava e fiquei com a certeza de que é uma cena que curto mesmo fazer (Ya! Decidi que este texto vai ser todo em “modo” jovem! Pelo menos, jovem de quando eu era jovem... enfim!) Portanto, gosto mesmo bué de acampar! Só que das últimas vezes que acampei não reparava em certas coisas mas agora... agora que os mergulhos para a piscina começam a ser mais escassos, que a falta disto ou daquilo já se faz sentir e que o barulho depois da meia noite já incomoda, agora reparo em cenas mesmo parvas!

1º num parque de campismo cheio de plátanos há uma cota (denominada carinhosamente por nós como a “cota das folhas”!) que tem uma máquina daquelas de “enxutar” folhas (Sim, que aquela m***a não as aspira! Manda-as para a tenda do vizinho ou para o meio do caminho mas isso não interessa nada!) e todos os dias lá está ela agarrada à maquineta a mandar folhas para todo o lado!

2º entra-se no bar... encostamo-nos ao balcão e o empregado pergunta: “querem alguma coisa?” Claro que dá vontade de dizer que não, só lá fomos mesmo para dizer “Olá”!

3º há cães que fazem menos barulho que os seus donos!

4º que há pessoal que se dá ao trabalho de ir até à piscina logo às 9 da manhã para marcar lugar na cadeirinha no melhor spot da relva! Ah! Para só lá voltarem depois das 5 da tarde! E estão de férias... convém não esquecer...

5º que no Parque de Campismo onde estive quem lá mandava era um gang de gatos!!! ME-DO!!!


E como o gang dos gatos me ameaçou... retiro-me! Se me lembrar de mais alguma cena, volto cá!

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Leve lá a bebidinha e não me chateie mais!

Meus caros amigos, deixem-me vir aqui desabafar com vocês! (Sim, o Blog é meu e da Bluedressed e posso fazer o que eu quiser mas eu gosto sempre de ser simpática...)

Conseguem imaginar o que é irem a um daqueles “fast food” num centro comercial e pedirem uma sandes? Até aqui... parece-me básico!

Agora, imaginem o empregado a perguntar-me qual é a bebida que quero e eu a responder que não quero nenhuma bebida, só a sandes! Conseguem? Claro que sim! É uma cena fácil!
Agora imaginem o empregado a explicar que eu tenho direito a uma bebida, a insistir em qual é a bebida que eu quero e eu a responder de novo que não quero bebida nenhuma, que só quero a sandes...

Agora... agora sim... vai ser mais difícil... imaginem o empregado a dizer-me que “tenho” que levar uma bebida!!! Ò meu amigo, eu não quero bebida nenhuma!!! Nem Coca-Cola, nem Fanta, nem Sprite, nem Água do Luso! Quero uma sandes pura e simples! Sem bebida! A seco!!!
Ele insiste... e eu a passar-me! Contei até 10... ou mais! E disse-lhe com muitos bons modos que ou ele me vendia a sandes e só a sandes ou eu me chateava!

Por amor de Deus! Se eu quero uma sandes é uma sandes! Não é uma sandes e uma bebida! Não quero nenhum “menu”! Quero uma sandes!!!

Mas porque é que programam aqueles putos e não lhes ensinam que há pessoal que gosta de comer sandes a seco?! Por favor... A sorte dele foi não ser de manhã e eu estar de férias!!


P. S. – Acho que os senhores da Coca-Cola, da Fanta, da Sprite e da Água do Luso já deviam patrocinar o nosso blog!!!

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Estes gajos, pá, estes gajos! Dizem que são barítonos e tal, mas é só conversa pras gajas porque dar a cara, que é bonito, não dão! Cobardolas!

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

“Ah! Ah!”
“Sim, é o jogo dos cubos”
“Ah!”
“… com o alfabeto.”
“Ah! O meu fi…”
“O seu filho não é o génio que está a pensar, minha senhora, porque aqueles cubos foram ordenados pela educadora que há três semanas estava a tentar ensinar isso ao seu filho.”
“Ah…”
“Mas agora há uma série de ferramentas, minha senhora. Acompanhamento psicológico, aulas suplementares… jogos didácticos… Ele chega lá!”
“Oh, oh…”
Hello! This is Miss Bluedressed again, and guess what? Exactly! Grammar and syntax lesson! Vá lá, não sejam assim! É lógico que sentiram saudades! Hoje vamos falar de uma coisa muito engraçada que se chama… Advérbio de modo!Maravilhoso, não acham? Eu adoro os advérbios de modo! Eu e aquelas pessoas que adoram um discurso muito rebuscado que me faz adormecer. Mas isto não é exclusivo desse tipo de discurso, atenção, estou só a exagerar.

Para começar, o que é um advérbio de modo? Nada mais simples: é toda a palavra que acaba em “mente” – intensamente, completamente, casualmente.

O que tenho a dizer sobre estas palavras tão simpáticas? Apenas duas coisas. A primeira é que nunca levam acento, mesmo que o adjectivo de que derivam leve. Ex: lógico – logicamente, notável, notavelmente. A segunda coisa é a seguinte: imaginem que estão a descrever uma coisa e querem usar mais do que um advérdio de modo (se alguém é suficientemente [lá está ele, o advérbio de modo] maluco para o fazer). Estão a descrever um vestido (coisa de gaja): “O vestido era elegante e sobriamente discreto”. O que é que eu fiz? Usei dois advérbios de modo, mas apenas no último acrescentei o “mente”; no primeiro, usei-o na sua forma mais pura, ou seja, o adjectivo.

Recapitulando: “Ele ligou-me e eu rapidamente fui lá” (sem acento), “Aquilo era tão estúpida [uso do adjcetivo] e absurdamente ridículo que fui-me embora”.

Na Rota dos Fósseis

No Posto de Turismo...

- Boa tarde!
- Boa tarde amigos!
- Olhe, nós sabemos que existe por aqui uma praia fluvial, como é que lá chegamos?
- Ah, amigo! Isso é fácil! Tem aqui a parte de trás junto à Igreja, é muito bonito!
- Sim, sim mas... nós queriamos mesmo era a praia fluvial!
- Ah, pois, é fácil, é fácil! Vou-lhes mostrar! (saca do folheto informativo...) está a ver aqui? É a Rota dos Fósseis!
- Ahhhhhh....
- Ora, seguem a Rota dos Fósseis! É um bonito passeio, vai ver!
- Sim, mas... água! ‘Tá a ver? Praia fluvial!
- Ah! Isso é só com o percurso pedestre!
- Então mas não dá para ir de carro?
- Dar dá! Mas a Rota dos Fósseis...
- Ok... mas e se nós quisermos ver só a praia?
- ‘Tá a ver a Rota dos Fósseis?
- Ò amigo, sim!!! Mas como é que se vai para a praia fluvial?!
- Ora... deixe cá ver.. Segue a Rota dos Fósseis... a pé... encontra os moinhos..
- Desculpe lá, mas isso dá para fazer de carro?
- Quer dizer... a Rota dos Fósseis... (entretanto, eu quase a desfalecer...) há-de chegar lá abaixo e está lá o Sr. D. para lhe dar indicações!
- Mas...
- Ah! Não! Espere!!! O Sr. D. está de folga!!! Olhe, a Rota dos Fósseis...
- Ò amigo, pode parar por aí! Olhe, obrigadinho e boa tarde!!!


Conclusão: da próxima vez que for a P. G. e quiser seguir a Rota dos Fósseis já sei... é que ‘tou mesmo a ver! Mesmo, mesmo a ver:

- Fósseis?! Nãããã!!! Só praias fluviais! Aqui, só praias fluviais!!!


quinta-feira, 5 de agosto de 2010

“Oh minha senhora, a senhora não tem vergonha de andar assim? Aleijadinha e com o umbigo à mostra?”
“Seu ordinarão! Vergonha é roubar e ser apanhado, seu gatuno!”
“Não faças isso, Mariusz! Não faças isso!”
“Eu vou… eu…”
“Não, não, NÃO! Ela não te quer, Mariusz. Ela casou com ele! Essa, essa… Netrebka…”
“Oh…”
“Mas eu estou aqui, Mariusz, eu estarei sempre aqui…”
“Oh…”
“Eu… eu… eu amo-te, Mariusz…!”

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Vê alguma diferença entre estes dois homens? É simples: o segundo é bicha, o primeiro não.

Pipocas, algodão doce, farturas e carrinhos de choque!

É Verão. Tempo de praia, piscina, sol, festas populares e farturas. Passeios pelas feiras, ficarmos malucos com as pechinchas que vemos e entusiasmados com os berros que os ciganos nos atiram para os ouvidos. É, é tempo disso tudo.

E é tempo também do quê? De uns belos espectáculos de grandes artistas da música ligeiro-popular. E o que é que eu faço? Vou ver um, pois concerteza.

Aquilo corre bem, e tal, a brejeirice faz parte do jogo, as músicas são o que são mas também é preciso ter jeito para escrever aquilo, os trocadinhos manhosos, as graçolas implícitas… Até está a ser engraçadinho. Lá aparece o gelado de framboesa, a senhora que tem insónias e só consegue dormir lá para as 3 da manhã (não, não estou a falar de ti, LittleGirlBlue), a garagem da vizinha, aquele senhor que diz que cozinha muito bem graças à panela de pressão (na altura em que a música foi escrita ainda não havia a Bimby…), aparece tudo. E eu sei-as todas! Todinhas!

Só que às páginas tantas a coisa começa a descambar. É o que dá os à-vontades… Ele há gente que uma pessoa dá uma ponta do dedo e querem logo a mão toda. Tudo começa com o teclista do dito artista a atirar, arremessar descontroladamente, piscadelas a tudo o que é gaja (e, por sinal, no meio daquele bombardeamento também acerta em mim). Há outra, vejo quarentonas que o tempo fez o favor de inchar e desdentar, de cigarro na mão, a dançar freneticamente como se não houvesse amanhã e depois… depois vem a parte mais suculenta! Meus amigos, vejam só! Homens a atirarem-se a outros homens, nas barbas das mulheres destes últimos. E o pior é que estes últimos, com as mulheres ao lado (senhoras de respeito, com os seus 50 anos e que usam ganchos com gatinhos), estão a gostar da conversa! Oh meu Deus! Isto eu não vi, foi o que me contaram, é a modos que um diz que disse. Mas a fonte é seguríssima, podem acreditar. Mas isto é mesmo assim, porque a gente está nesta vida é para se divertir e também já é uma da manhã e a senhora já está é com sono e com a consciência pesada de ter perdido as 3 novelas da TVI, por isso não deve dar por nada.

Sabem o que vos digo? Viva o nosso povo, viva a nossa cultura popular, a sardinha assada, os churros e as farturas! Bem bom! Hey!

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Nós só queríamos passear!!!

Um dia destes, eu e a Bluedressed andávamos a passear por uma zona toda chique de Lisboa, enquanto fazíamos tempo para coisas importantes (sim, que eu e a Bluedressed somos gaijas que fazemos coisas importantes! De vez em quando mas gaijaqueégaija também só faz coisas importantes de vez em quando! Bom, adiante...), estava eu a dizer que andávamos nós a fazer tempo para coisas importantes quando... por favor... por favor... mas que mal tinhamos nós feito nessa manhã para merecer aquilo?! Passo a explicar...

Primeiro... primeiro levo com uma cigana fabulosa que tentou vender óculos escuros à Bluedressed mas, quando percebeu que ela não ía comprar nem um parzinho que fosse, quis ler-me a sina! Ora... mesmo sem pagar fiquei a saber que não devia ter medo e que sou muito invejada! Começo a acreditar... já uma vez fiquei a saber que havia duas mulheres que me tinham feito um feitiço com terra do cemitério! Confesso que não gostei! Não gostei porque moro ao pé de um cemitério e sinceramente... quer dizer... então não podiam ter ido fazer feitiços para mais longe? Bom...

Segundo... fomos literalmente “atacadas” por um bando de mocinhas coreanas que só queriam mostrar-nos “Deus Mãe”! O problema é que a sua forma de abordar possíveis fiéis não é a melhor! Não é minhas amigas! Vocês não podem aparecer assim em bando (eram algumas 7 ou 8!) com ar de quem nos vai assaltar ou bater e depois começar a perguntar numa língua em que não percebemos uma única palavra se acreditamos ou conhecemos este ou aquele deus! Eu perguntei 4 vezes “Como?”, três vezes pedi desculpa e disse que não estava a perceber e a Bluedressed (cheia de sorte!) ouviu a única menina que conseguia dizer duas palavras em português minimamente perceptível! Depois também não podem fazer o ar de desgraçadas e começar a chorar porque ao fim de quinze minutos de vos tentar perceber digo que não tenho tempo! E excusam vocês, amigos blogueiros, de perguntar porque é que não as despachei mais cedo! Só que eu, para começar, sou uma rapariga educada! Depois... depois estive mais de dez minutos a tentar perceber se estavam a pedir informações, se me queriam oferecer alguma coisa ou se lhes tinha acontecido alguma desgraça!!!

Terceiro... em terceiro conhecemos o Pedro não sei quê (desculpa lá Pedro mas eu já estava farta de gente a meter conversa comigo!) que pertencia à associação não sei quantas que tinha criancinhas não sei com o quê e precisava de ajuda para alguma coisa!!!

Epá!!! Eu e a Bluedressed andávamos a passear!!! Só queriamos ver umas montras!!! Ver uns trapinhos agora para o Verão!!! E acima de tudo descontrair!!!
Para a próxima, perguntem-me primeiro se eu estou para aí virada... é que se não estiver a coisa corre mal mas se estiver até consigo ser uma gaja simpática!!!


P.S - À pala disso, a Buedressed apanhou uma constipação! Tá mal!!! Pois está!!!
“Olhe, desculpe, por acaso não viu o Eruí… Passou para onde?”


“Em frente, pois, pois, já tinha dito [espera lá, olha que este também…]”


“[Pronto, pronto, é que incham logo!] Qual é a sua graça? Mariusz? Sz… Posso chamar-lhe só Mário, para simplificar? Mas a mim é que não me custa dizer Éruíne, aliás, não me custa mesmo nada, já Mariusz…”


“Pois, pois… pois, pois, é, é isso. Olhe, talvez, talvez. Então adeusinho. Pareceu-me ver ali o… Éruíne…”














Pernas, para que te quero?


Parafraseando a nossa querida LittleGirlBlue: “alguém me explica” por que é que todas as pessoas, quando vão a correr para apanhar o autocarro, começam a sorrir?


Blast your mind!!!

Porque gosto deles e acho que são do melhor que se faz em Portugal, aqui vos deixo, meninas e meninos, senhoras e senhores... Blasted Mechanism!!!

Da melancia...

Descobri que há uma variedade nova de melancia! É a chamada “melancia com C de cedilha”!!!

Por favor... a Bluedressed é que é a menina da gramática e do bom português mas... já não há pachorra para tanto erro ortográfico!!!

Ò meus amigos: antes de E ou I, o C NAO leva cedilha !!! Perceberam?!

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Ainda se lembram deste senhor?


“Minha senhora, não pode entrar aqui! Isto é de acesso reservado!”
“Como?”
“Acesso reservado, minha senhora!”
“Olhe, desculpe, deixe-se lá de graçolas, ‘que eu estou muito aflita e diga-me qual delas é a das mulheres.”

terça-feira, 27 de julho de 2010

Exacto, exacto. E ela a ti também te pôs daquelas toalhas? Ãh? Daquel… E fez-te a massagem? Ãh? E arrepelou-te toda? A outra? Quem, quem? Ah, a das 3 e meia! Já ‘tou a ver, já ‘tou a ver quem é!

Uma mão que ajuda!

Ontem foi o Dia Mundial dos Avós.


Não sei muito bem para o que é que serve, mas acho muito bem que calhe no verão porque assim os netos já têm mais tempo para passar com os avós. Aliás, pelas minhas contas (ora 3x9=27 e vai um…), os netos vão ter tempo de sobra para passar com os avós porque os paizinhos já se devem ter metido num avião em menos de três tempos e voado para bem longe para passar umas férias excelentes. Daquelas férias maravilhosas em que a única coisa que sabem fazer é azucrinar o pessoal dos hotéis e gritar-lhes: “Isto é inadmissível! Já viajei pelo mundo todo e nunca me trataram assim!”. Olhem, bidas… O que vale é que estes paizinhos tontos, vamos chamá-los assim, hão-de ser, um dia, quem sabe, uns avozinhos fofos…

Mas eu concordo com este dia. Acho uma coisa fofa e útil. Pelo menos para mim foi, não pensem que estou a ironizar. É que aprendi, graças a uma reportagem na televisão, que os avós de Jesus eram o Joaquim e a Ana (será Ana… Já sabem que a minha cultura nestes assuntos…) e, já agora, aproveito este meio para agradecer a uma senhora que apareceu a falar e que disse que foi à missa rezar por aqueles avós que já partiram e pelos quais ninguém reza. Minha senhora (dirijo-me agora a ela especificamente), permita-me que lhe agradeça porque, de facto, isso é coisa que não consigo fazer. Já agora, não me leve a mal, e espero que não considere abuso da minha parte, os nomes dos meus avós são Otília e Gilberto. Obrigada pela sua vontade e disponibilidade.

Estão a ver? Esta senhora sim, ela é que pratica o bem e ajuda os ‘brethren’. Obrigada!

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Ora muito boas noites!

Não se preocupem os de vós que não concordais com as saudações no plural. Eu também não gosto tão pouco o que não invalida que, em certas ocasiões, não o possa fazer, não é verdade? Era só o que faltava!

Mas vamos falar de outras coisas. Gostaram do vídeo do grande artista que bos coloquei? Então e que tal voltar a botar outro, também interpretado por esse grande ícone pop da velha guarda, multi-instrumentista, compositor e produtor?

Pois que seja feita a vossa vontade! Aquando do seu regresso com o ‘Older’, o Grande Artista fez um unplugged para a MTV e lá colocou uma música muito bonita, daquelas de fazer suspirar as almas mais românticas, ‘I Can’t Make You Love Me’. Existe um vídeo com a gravação de estúdio, com umas imagens muito bonitas de flores de cores várias e outras coisas fofas que já me estão a deixar um bocado zonza de tão enjoada (assim como uma explicação muito simpática, exaustiva e atenciosa do contexto da elaboração do dito tema), e existe este testemunho que aqui vos deixo, do dito unplugged. Se a memória não me falha, este unplugged foi gravado a 9 de Outubro de 1996, tinha o ‘Older’ sido lançado há escassos meses.

Disfrutem os de vós que também apreciam este grande senhor e eu prometo que não volto a repetir a gracinha de pôr coisas destas assim tão de seguida e ainda por cima no verão… com este calor todo… E não fica nada bem a uma gaja das electrónicas e das erudições ouvir estas coisas… “Quem? Geor… não… não tou a ver… Ele canta o quê? Wake me… (e antes que lhe salte para cima a dizer: “Seu nabo, ‘Wake Me Up Before You Go’ é dos Wham! e não a solo e foi lançado em 1984!!!! Quando ele ainda só tinha um single a solo!!! E é se tinha porque o ‘Careless Whisper’ foi também lançado nesse mesmo ano)” e vou calar-me porque senão continuava aqui a dizer-vos que o ‘Careless Whisper’ era para ter sido um single Wham! mas não foi e que foram feitos dois vídeo-clips… e… caaaaaaleeeeeeeeeeemmmmmmmm-meeeeeeeeeeeee……..

Ah, deixem-me só dizer mais isto! Nas teclas irão ver dois senhores, um deles assim muito cabeluuuuuuuuuudo, que acompanha, há coisa de 12 ou 13 anos, os meus Fofos Depeche! Ele a vida, ãh, olhem... é... é uma casquinha de noz!

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Ontem deu-me para as saudades.

Na minha adolescência vivi e sofri a ouvir este senhor. Sofri por ele e secalhar até com ele. Coisas de chavala. Nunca pedinchei nada à minha mãe, mas, cada vez que ia à finada Virgin Megastore nos Restauradores (tendo percorrido 90 quilómetros para quase esse único propósito), levava-me ao desespero saber que estava ali um álbum, um single de remisturas desisteressantes, que não iria ter. Até as remisturas eu ouvia atentamente, com e sem fones, para perceber diferenças. Sabia os singles todos de cor…

Depois chateei-me com ele porque deixei de gostar da música que estava a compor, lá para 2002.

Ontem, pela primeira vez desde que tenho internet, fui ao Youtube ver o que havia por lá. E há isto: um concerto no Rock in Rio, em 1991. Aqui, o Grande Artista, como o chamo agora, tinha um relacionamento com o Anselmo Fellepa, brasileiro, que veio a falecer com um derrame cerebral, dizem, relacionado com a SIDA. É graças a este senhor, meus Fofos, que temos o ‘Older’ (e graças a essa outra grande senhora, a Maria Joana, pessoa descontraída, informal e liberal).

Adoro vê-lo nesta época. Acho que está extremamente bonito, adoro o brinco dele, adoro tudo. E a sua voz continua a ser a minha preferida.

Meus Fofos, este senhor, apesar de todas as coisas que tem feito (não vou dizer asneiras porque, para além de não o poder julgar só ele as poderá avaliar), continua a ser inteligente, elegante e muuuuito masculino.

Escolhi esta música porque, apesar de não ter sido composta por ele, marcou-me muito. Faz parte do álbum de tributo ao Freddie Mercury.

Meus Fofos, George Michael


quinta-feira, 15 de julho de 2010

“Fixe os olhos neste ponto. Concentre-se apenas nele. Esqueça tudo o resto. Vai começar a sentir-se cada vez mais leve, as suas pálpebras cada vez mais pesadas…”
“Olhe, desculpe, mas… aaaa… importa-se de fazer algum sentido? É porque eu assim não me consigo concentrar…”

Eles andam aí

Sabem o que eu vos digo? Que estou por aqui, por aqui!

Isto chegou-se a um ponto na nossa vida, na nossa sociedade, ãh, que já nem os animais, nem os animais, nos respeitam.

Por duas vezes hoje uns pombos estúpidos fizeram-me uma razia. E olhem que estou a falar a sério! Da segunda vez, então, se não me desviasse levava com uma asa na bochecha (pensavam que eu ia dizer tromba, não era? Haha! Nãããã! Je suis une lady, I don’t say such ugly words…). Ainda bem que não houve uma terceira porque acho que perdia as estribeiras e… e… ainda apanhava uma criatura dessas nojenta em pleno vôo (coisa nada dífícil, ‘tá-se mesmo a ver) e estrangulava-o com os meus ricos fones…

Mas que coisas inúteis… yac!

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Da Física e outras ciências mais

O calor dilata os corpos e ainda bem que assim o é porque desta forma nós, gajas, temos a oportunidade de nos queixarmos menos de certas e determinadas coisas sobre as quais nunca estamos satisfeitas. É, é verdade. Olhem, ainda bem. Por outro lado, é uma grande chatice quando se calça salto alto e depois chegamos ao fim do dia e os pés estão todos inchaaaaaaaaaados, porque, para variar, escolhemos mal o dia para os calçarmos. Eu falo por mim, levo-os sempre quando preciso de fazer tarefas que implicam maior esforço físico, mas isto eu acho que é a minha veia mais bruta a falar alto: “Ai é? Ai vais fazer aquilo? Então levas as sandálias que é para sofreres melhor.”. Sim, meus Fofos, sofrer melhor… Pensando bem, aquilo de que eu tenho mesmo pena que o calor não dilate é o estômago… Tanta coisa boa que eu tenho em casa para comer e não posso, porque já esgotei a capacidade de ocupação.

Ai, olhem, tenham paciência comigo, porque isto uma gaja não escreve posts há imenso tempo e depois perde o jeito e depois sai-lhe tudo de enchurrada (e se for com um X paciência, hoje não me apetece ir ao dicionário) e vai uma gaja ver coisas giras e só dá de caras com certa e determinada gente que preferia não ver fora de certos e determinados locais e o que me apetecia mesmo agora era um gelado. Mas não posso, porque estou em hora de digestão. Gostei, “hora de digestão”! Hah!

Sim, eu também estou um bocado zonza com isto, tanto que nem me vou atrever a ler, mas considerem “stream of conciousness”. E não é que eu descobri que isto não é apenas um fenómeno da literatura? Ele o mundo é mesmo muito piqueno! Livra!

domingo, 4 de julho de 2010

Freira! Perigo!!!

As freiras não deveriam ser pessoas de bem? É que a senhora freira que vi hoje no metro era um perigo! Aquela mulher com uma muleta na mão era bem mais perigosa que qualquer serial killer! Minha Nossa Senhora!!!

Aquilo era muleta pelo ar, para a direita, para a esquerda! Valha-me Deus! Apontava com a muleta, mandou parar o metro com a muleta, passou à frente de toda a gente com aquela maldita muleta! Toda a gente se afastou! Pois não!!! Eu fui a primeira a correr para a carruagem seguinte! Fogo!!!

quinta-feira, 1 de julho de 2010

De napa... só o Billy Idol!!!

Há gente que parece que não tem noção das coisas que veste e muito menos do que lhe fica bem ou mal! Eu não sou rapariguinha para andar a reparar no que é que o pessoal veste ou não mas há coisas que, por mais que não se queira, nos saltam à vista.

Há bocado dou de caras com um rapaz com umas calcinhas de napa que nem nos anos 80 se vestiam! Lembro-me de alguns casos “graves” de calças de napa por aí mas como parecia que naquela altura o que estava na moda era ser o mais piroso possível, a coisa até passava. Mas estamos em 2010!!! Já ninguém usa calças de napa! Muito menos pretas! Com a cintura até ao pescoço! Com a camisinha por dentro das benditas calças! Por favor...

Mentalizem-se de uma coisa! A única pessoa a quem fica bem um par de calças de napa preta é ao Billy Idol!!! Vão por mim que não se enganam!!!
Por falar nele, aqui fica o senhor com umas boazonas em Hot in the City!